A obra conta com a contribuição de diversos especialistas internacionais que sugerem tópicos imprescindíveis para um currículo de alfabetização mediática.
A versão em português é resultado de uma parceria entre a Representação da UNESCO no Brasil e o Centro de Educação a Distância e Aprendizagem com Tecnologias da Informação e Comunicação (Cead) da Universidade Federal do Triângulo Mineiro.
Baixe o livro aqui, ou dê uma folheada na versão disponibilizada a seguir:
A Coca-Cola contém quantidades apreciáveis de ácido fosfórico a fim de manter o pH em uma faixa constante (tampão).
Acontece que o pessoal do vídeo adiciona o tal cloreto de cálcio, usado na limpeza e desinfecção de águas (principalmente de piscinas) a um recipiente com a bebida nº 1 do Tio Sam.
O que se segue é uma reação exotérmica (que libera calor) e produz gás clorídrico (ou ácido clorídrico misturado com a forma gasosa dele).
Eu desconfio que a reação produza também gás cloro (Cl2).
Bom, o fato é que esse gás produzido está em uma temperatura elevada e, juntando-se a ele temos o dióxido de carbono e o açúcar do refrigerante) e em alguns segundos ocorre uma expansão gasosa irreversível.
Quando confinamos substâncias que reagem entre si com produção de calor e de gases, a tendência é que aconteça uma explosão.
E é justamente o que vemos no segundo vídeo, uma garrafa PET é vítima do poder explosivo e destrutivo da reação entre o cloreto de cálcio e a coca da boa.
Não preciso nem dizer que vocês não devem realizar essa reação em locais fechados, né? Os gases formados são muito tóxicos e corrosivos e podem causar a morte por asfixia em quem resolver respirá-los.
Então, se você achou o experimento legal, NUNCA REPRODUZA-O EM UMA SALA FECHADA.
Vá para um pátio bem amplo, um campo, ou qualquer lugar que possa sugar os vapores tóxicos gerados.
Ah, e mantenha crianças e animais domésticos afastados do local do experimento.
Tudo pelo bem da ciência.
Ah, como bônus, um terceiro vídeo monstrando o experimento pra vocês.
Ontem, recebi a dica deste site pelo facebook da minha colega da UFSM, a Profa Carmen Mathias.
O site é bem simples, você desenha o símbolo que você precisa em uma caixa e ele pesquisa pra você qual o comando ou os comandos mais prováveis (e os pacotes que precisam ser instalados caso não façam parte da instalação básica do LaTeX).
Essa vai para o pessoal da licenciatura em Matemática da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com os quais eu estive na sexta-feira (19/04/2013).
Como prometido, estou postando o arquivo da apresentação e um screencast (vídeo-tutorial) relativo ao uso do Tracker.
Quem assistiu o Fantástico de ontem deve ter se emocionado com o trabalho de mestrado de um rapaz portador de necessidades especiais que, a despeito de todas as dificuldades, defendeu mestrado na área de informática educativa.
O link para a matéria no site do G1 você encontra aqui.
Portador de atrofia muscular espinhal e com sérias restrições de movimento, ele criou um teclado virtual que pode ser usado através de um mouse e ajuda em muito a digitar textos de forma mais simples e funcional.
O MouseKey é, segundo seu autor, um “Teclado Virtual Silábico-Alfabético, que possui letras e padrões silábicos em torno de cada letra. Foi elaborado com o objetivo de possibilitar a escrita de pessoas com dificuldades motoras, através do computador. Com o mouse ou outro equipamento, o usuário seleciona as famílias de letras para formar as palavras. Isso diminui o número de movimentos e esforços necessários para escrever.”
Se você quer conhecer o resultado do trabalho do Claudio Luciano Dusik, acesse a página que contém um resumo da dissertação de mestrado e um link para baixar o programa desenvolvido por ele.
Estava fuçando uns CDs antigos (sim, você leu direito) e encontrei minha tese de doutorado e a apresentação que eu fiz para a banca que me concedeu o título de Doutor em Química Teórica.
Já faz um bom tempinho que isso aconteceu, muita coisa mudou de lá para cá.
É uma arquivo PDF interativo, você vai clicando e as partes de um mesmo slide vão sendo apresentadas aos poucos.
O mais legal, é que esse ser do contra que vos fala preparou essa apresentação no LaTeX.
Só que o LaTeX não foi feito para criar apresentações, então eu usei um negócio chamado Prosper que usa a linguagem do LaTeX para permitir a criação dos slideshows (tecnicamente, é chamado de um arquivo de classe ou class file).
Deu uma trabalheira do cão, mas aí está para quem quer se aventurar nessa maravilha tecnológica da era da pedra lascada que é o LaTeX+Prosper.
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