Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

Palestra: Dinâmica Molecular – onde a Física e a Química se encontram — 22/07/2022
Oficina: Experimentação em Química com o app Framelapse —

Oficina: Experimentação em Química com o app Framelapse

Fala galera, tudo bem?

Hoje, dia 22/07/2022, eu ministrei uma oficina para o pessoal do curso de Química Licenciatura da UNIPAMPA Campus Bagé.

Falei do já conhecido aplicativo framelapse (o qual já publiquei aqui no blog).

Mas hoje eu resolvi discutir alguns aspectos educacionais da experimentação e sobre como usar o V epistemológico de Gowin para roteirizar e planejar um experimento de Química em vídeo.

Fiquem com a apresentação e bom proveito!

Apresentação feita no site EMAZE: CLIQUE AQUI

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LIVE: Ferramentas digitais para promover um ensino conectado — 29/06/2022
Canva: criando conteúdo educacional digital com recursos abertos — 24/06/2022

Canva: criando conteúdo educacional digital com recursos abertos

Olá pessoal, tudo bem?

Hoje vou apresentar uma ferramenta bem legal a vocês, é o Canva.

O Canva é uma ferramenta que pode rodar via navegador quanto via aplicativo para smartphone ou tablet.

O vídeo abaixo eu fiz nessa ferramenta:

Os tutoriais a seguir mostram algumas funcionalidades da ferramenta e exibem algumas facetas comuns de criação de conteúdo.

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Podcast “História da Química”-T1E13:Século XVIII: descobertas laboratoriais e a Química dos Gases — 15/06/2022

Podcast “História da Química”-T1E13:Século XVIII: descobertas laboratoriais e a Química dos Gases

Olá, como vão vocês?

Aqui vai mais um resumo de mais um episódio, agora sobre a fundação da Química Moderna na forma de Química dos Gases.

Continue lendo na sequência do post.

Leia mais: Podcast “História da Química”-T1E13:Século XVIII: descobertas laboratoriais e a Química dos Gases

O Link para o episódio 13 está AQUI.

O trabalho de Lavoisier ajudou a desmistificar a ideia de que água podia se interconverter em terra ao aquecer uma massa conhecida de água ininterruptmente por 101 dias. Mediu a massa de água antes e depois do aquecimento e descobriu que a massa se manteve. A “areia” que se formou era proveniente do próprio vidro que se desmanchou com tanto aquecimento.

Experimentos de combustão com fósforo e enxofre mostraram que gases podiam reagir quimicamente e formar ácidos, mostrando que gases podiam participar de reações químicas.

Com esse trabalho, ele concluiu que a calcinação de metais a a combustão do enxofre, do fósforo, do chumbo e do estanho eram procesos análogos. A combustão era uma coisa única e não vários processos separados.

Estudando a decomposição do óxido de mercúrio (HgO), como Priestley fez, descobriu que o gás liberado era o oxigênio e identificou esse gás como sendo responsável por processos de combustão (uma revolução para a Química da época).

Ele também identificou que o ar comum continha nitrogênio (azoto), ou o ar mefítico de Daniel Rutherford.

Também descobriu que a combustão de carbono nos organismos vivos exigia oxigênio e que a produção de gás carbônico e água era seguida de calor, e essa seria a forma de os organismos vivos produzirem calor.

Descobriu junto com Cavendish que a reação de H2 e O2 produzia H2O, ou água. E nomeou o H2 como hidrogênio (formador de água).

Cavendish ainda identificou o Argônio na composição do ar atmosférico ao fazer a combustão do H2 para formar água.

Junto com Morveau, Bertholet, e Fourcroy, ele escreveu um sistema de nomenclatura de substâncias químicas que perdura até hoje.

Em 1789 escreve o Traité élémentaire de chimie, livro que lançou as bases para a Química Moderna.

Rejeitando a teoria do flogisto mas criando no seu lugar o calórico (um erro, mas compreensível para a época) e afirmando que todos os ácidos possuiam oxigênio (outro grande erro).

Ao estudar a fermentação de uvas, ele escreve uma equação química em formato algébrico, antecedendo nosso costume de fazer isso com todas as reações químicas.

Mostra que nas reações bioquímicas existe conservação de massa também.

Lança um periódico de Química que permitiu aos seus companheiros publicar artigos exclusivamente dessa área. os Annales de Chemie.

Em 8/5/1794 é guilhotinado pela Revolução Francesa.

Clube D.U.N.A. – The Orville —

Clube D.U.N.A. – The Orville

E aí, pessoal?

Ontem, dia 14/06/2022, eu participei do projeto de Extensão da UNIPAMPA (valendo horas de atividades complementares) conhecido pelo nome de Clube D.U.N.A. e falei sobre uma série de Ficção Cientifica muito legal chamada “The Orville”.

O Clube D.U.N.A. é um grupo de professores e estudantes que se reúne quinzenalmente para discutir ficção científica nas suas mais diferentes vertentes e manifestações, sejam elas literárias ou televisivas.

Para saber mais, siga lendo o post…

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Podcast “História da Química”-T1E12:Século XVIII: descobertas laboratoriais e a Química dos Gases — 11/05/2022

Podcast “História da Química”-T1E12:Século XVIII: descobertas laboratoriais e a Química dos Gases

Boas-vindas, minhas e do grande Joseph Black (imagem acima). Iniciamos o podcast 12 sobre a Química dos gases falando sobre como as descobertas laboratoriais influenciaram o desenvolvimento da Química Moderna.

EPISÓDIO 12

Os trabalhos de Bergman e Klaproth permitiram a determinação da composição percentual de águas minerais e como isso permitiu a descoberta de novos elementos quimicos.

Stephen Hales (1677-1761) inventou a bomba pneumática, a qual permitiu que estudos posteriores com gases fosse feito e que a Química fosse por isso revolucionada.

Rouelle com seus trabalhos estabeleceu a definição moderna de sais de bases e enterrou seus significados místicos de uma vez por todas (ele foi o professor de Lavoisier).

Os trabalhos de Joseph Black sobre a magnesia alba (MgCO3) permitiu definir o gás CO2 como uma substâncias gasosa que podia participar de reações químicas com sólidos (o que revolucionou o conceito de gases, que não eram considerados capazes de participar de reações).

Em 1772 Daniel Rutherford (1749-1819), um aluno de Black, eliminou do ar ordinário todos os gases que podiam ser removidos pela respiração ou combustão. Ele reconheceu que o resíduo era um novo gás, o qual ele chamou de “ar mefítico”, ou nitrogênio.

Cavendish com seus estudos quantitativos sobre gases (hidrogênio e dióxido de carbono) permitiu que a determinação da composição aproximada do ar atmosférico (pois ele detectou a presença do nitrogênio no ar, junto com Scheele e Priestley).

Priestley detectou, isolou e estudou o maior número de gases dentre todos os seus contemporâneos.

Ele inventou a água gaseificada. Usando a bomba pneumática, ele coletou gases dissolvidos em água e os estudou(descobrindo assim novos gases).

A partir de reações de metais com HNO3 (ácido nítrico), ele obteve NO2 (óxido de nitrogênio, um gás marrom). Esse gás permitiu detectar no ar a presença de nitrogênio, o que permitiu a ele inventar um método de detecção da qualidade do ar (ar puro, ar respirado e ar que participou de combustões possuía menos oxigênio e formava menos NO2). 

Com esse método do eudiômetro (medidor de qualidade do ar), ele não só determinou a proporção oxigênio:nitrogênio no ar, mas também concluiu que existia algo no ar capaz de sustentar a combustão, era o oxigênio (ar deflogistificado).

Decomponto HgO (óxido de mercúrio) com calor, ele obteve esse mesmo gás oxigênio com elevada pureza, tambem observou que esse gás era produzido por plantas verdes quando expostas à luz (produto da fotossíntese).

Descobriu também o CO (monóxido de carbono), SO2 (dióxido de enxofre), HCl (cloreto de hidrogênio) e NH3 (amônia).

Scheele tambem isolou esse gás oxigênio, mas só publicou seu trabalho em 1777, fazendo com que a paternidade do gás oxigênio fosse atribuida a Priestley, embora hoje a partenidade seja conferida a ambos.

Por sua importãncia na combustão, o oxigênio (ar deflogistificado) desbancou o flogisto como substância responsável pela combustão, derrubando a teoria de Stahl e abrindo caminho para que Lavoisier estabelecesse as bases para a Química moderna.

Clube D.U.N.A. – Maré de Verão (Charles Sheffield) — 26/02/2022

Clube D.U.N.A. – Maré de Verão (Charles Sheffield)

O Clube D.U.N.A. é um projeto de extensão da UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA, coordenado pelo Prof Rafael Kimura e do qual que faço parte juntamente com outros colegas.

Quinzenalmente nos reunimos via plataforma Zoom e transmitimos ao vivo para o canal do Planetário da UNIPAMPA uma live de aproximadamente uma hora de duração.

Falamos sempre sobre ficção científica e discutimos aspectos científicos dessas obras de uma forma despretensiosa e divertida.

Convido vocês a assistir a última live do dia 25-02-2021 na qual eu falo sobre a obra “Maré de Verão (Sumertide)” do autor británico radicado nos USA Charles Sheffield.

Podcast “História da Química”-T1E11:Teorias do Século XVIII: Flogisto e Afinidade — 08/02/2022

Podcast “História da Química”-T1E11:Teorias do Século XVIII: Flogisto e Afinidade

Nesse episódio, vamos falar de duas teorias importantíssimas (embora totalmente equivocadas) para o desenvolvimento dos conceitos de reatividade.

O desenvolvimento da teoria do flogisto por Stahl e o estabelecimento da ideia de afinidade química por Boerhaave.

Vamos acompanhar mais esse episódio?

OUÇA O EP11

Podcast “História da Química”-T1E10: Século XVII – Teorias Atomísticas — 19/01/2022
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