Uma imagem vale mil palavras! 🙂
Quer alguns detalhes técnicos? Continue lendo o post.
Uma imagem vale mil palavras! 🙂
Quer alguns detalhes técnicos? Continue lendo o post.
Em 2012 eu falei A
QUI sobre o projeto 94 Elements, o qual traria vídeos em alta resolução sobre os elementos químicos.
O projeto é interessante porque apresenta aspectos inusitados dos elementos, geralmente aspectos médicos e/ou sociais.
Quase um ano depois, postei AQUI um vídeo sobre o elemento químico Gadolínio.
Hoje, descobri que o projeto andou e que alguns novos vídeos foram adicionados.
Vou postar agora o vídeo sobre o elemento químico Lítio (sem legendas, infelizmente).
Ele aborda o uso do Lítio em tratamentos psiquiátricos.
Comentários adicionais sobre o vídeo, continue lendo na sequência do post.
Na maioria das vezes, uma substância quando no estado sólido é mais densa que a sua versão no estado líquido.
Como resultado disso, o sólido afunda se colocado em contato com o seu líquido.
No caso da água, a história é diferente.
Nesse vídeo do TED-Ed, você vai aprender o porquê desse comportamento estranho da água.
Não esqueça de ativar as legendas em português.
Quer entender melhor? Eu conto mais na sequência do post, é só clicar.
Por Digichem
Eu sempre gosto de trazer algum elemento visual antes de explicar um conceito básico de Química. Dessa vez não será diferente. Vou trazer uma imagem e um vídeo. Eis a imagem:

E agora, o vídeo. Peço que o caro leitor assista ao vídeo abaixo, o qual mostra uma solução aquosa da substância 4-hidroxibenzaldeído sendo resfriada em um banho de gelo.
O que acontece no vídeo será explicado a seguir.
Então? Assistiu? Quer saber mais? Então, continue lendo na sequência:
Não é nenhum mistério que os metais alcalinos são extremamente reativos e explodem após um breve contato com a água.
Eu mesmo já escrevi sobre isso aqui.
Quer saber com maiores detalhes essa explicação?
Então, clique no link e continue lendo:
Tensão superficial, um fenômeno de superfície que muita gente conhece mas não sabe nem pronunciar o nome direito.
Antes de tentar explicar em palavras simples, vamos assistir ao vídeo (que é a desculpa para escrever esse post) abaixo:
Ele foi filmado por pesquisadores do Departamento de Química & Bioquímica da Arizona State University.
O objetivo deles era desenvolver métodos mais eficientes para cortar e separar proteínas de fluidos biológicos.
No vídeo, os pesquisadores usaram uma superfície hidrofóbica de Teflon e uma faca com uma superfície super-hidrofóbica para realizar o feito.
Aqui tem outro vídeo dos mesmos autores mostrando uma tentativa de bisseccionar (só queria uma desculpa pra usar uma palavra bonita) outra gota de água, só que usando uma faca comum.
Surgem agora algumas questões que precisam de respostas:
1) Do que é feita essa faca Ginsu que corta até água?
2) O que é “hidrofobia”?
3) Por quê uma faca corta e outra não?
4) Onde é que entra essa tal de “tensão superficial” na jogada?
Tá, mas e esse negócio de “cortar água”? Que raio é isso?
2) O que é hidrofobia?
Bom, esse termo é composto das raízes gregas hydro = água e fobos = aversão, medo. A tradução seria “aversão à água”.
A faca especial usada no vídeo é altamente avessa à água, tanto que quando entra em contato com ela faz com que a gota (ou suas metades) seja repelida.
3) Por quê uma faca corta e outra não?
Ora, porque a outra faca não tem uma superfície tratada para se tornar hidrofóbica. Imagine que a faca que corta foi recoberta com uma fina camada de gordura animal. Você já viu água e gordura se misturarem?
Claro que não, a gordura é hidrofóbica e, portanto, repele a água.
4) E o que a “tensão superficial” do título desse post tem a ver com tudo isso?
Simples. A tensão superficial é uma coisa que se observa em todos os líquidos.
Para entender melhor o que é esse fenômeno, vamos pensar em uma gota de água sobre uma superfície toda engordurada.
A gota de água tem aversão à gordura da superfície e, portanto, tende a entrar o mínimo possível em contato com a superfície engordurada.
Dessa forma, a gota vai assumir uma forma o mais próxima possível da forma esférica.
Se eu quiser que a gota de água se espalhe melhor sobre a superfície gordurosa e forme um filme líquido, eu precisarei exercer uma força para espalhar melhor essa gota.
(Na imagem, a gota da direita está sobre uma superfície engordurada ou hidrofóbica e não a molha. Na esquerda, temos água sobre uma superfície hidrofílica, e a molha completamente.)
Existem líquidos que exigirão uma força maior para que esse espalhamento aconteça, outros líquidos exigirão uma força menor.
Essa força a ser exercida dividida pelo comprimento que se quer dar ao filme líquido será chamado de tensão superficial.
Um líquido com uma elevada tensão superficial indica que para aumentar minimamente o tamanho do filme líquido será necessário exercer uma força elevada sobre ele.
E qual a origem da tensão superficial?
Bem, todas as substâncias possuem moléculas que interagem entre si.
O fato é que as moléculas que ficam no interior do líquido sentem essas forças de forma mais ou menos parecida em todas as direções (isso se chama de isotropia).
As moléculas que ficam na superfície do líquido ficam no que chamamos de interface. Na interface, as moléculas da fase líquida não possuem moléculas acima dela (a não ser umas poucas que estão na fase gasosa).
Essa “ausência” de moléculas faz com que as moléculas da interface sofram uma espécie de desequilíbrio de forças. As moléculas da interface vão interagir apenas com moléculas “abaixo” delas, fazendo com que o somatório de forças aponte para o interior do líquido (bulk).
De forma bem simples, as moléculas da interface ficam mais coesas entre si e macroscopicamente (a olho nú) é como se elas formassem uma película.
E é essa “película” que as facas mostradas no vídeo se dedicam a “cortar”.
A faca que consegue cortar a gota possui uma superfície extremamente hidrofóbica e consegue “romper” essa “película” formada pela coesão das moléculas de água da superfície.
O sucesso da faca em separar a gota em duas está no fato de que sua lâmina foi preparada de tal forma que quando a água toca na lâmina, ao invés de se espalhar e molhar a superfície metálica da mesma ela forma uma película coesa e não molha a faca.
Pelo contrário, o líquido faz o máximo possível para não se espalhar sobre a lâmina da faca, como se fugisse do contato com a lâmina.
Como o operador da faca está exercendo uma força (descomunal para a pobre gotinha de água, snif), à medida que a lâmina desce em direção à superfície de Teflon a gota vai efetivamente sendo separada em duas.
Se você quiser ler outros artigos sobre esse tema, sugiro que cliquem AQUI, AQUI, AQUI e AQUI (ufa).
Por: Márcio Martins
Peraí, você tá vendo a imagem acima e pensou que entrou no blog errado?
Isso aqui não é um blog de Química, Ciências e o escambau? O que que tem a ver um personagem de ficção com a temática desse blog?
Ora, muita coisa. Eu quero falar sobre o novo tipo de ligação química recentemente confirmada (e não descoberta, porque ela já foi prevista há uns 30 anos atrás).
E esse novo tipo de ligação química tem uma grande relação com a explicação dada para as propriedades fantásticas do escudo do Capitão América.
Quer saber mais? Então, clique no link e continue lendo essa postagem:
Ho, ho, ho! Ferro-Lítio-Zinco-Sódio-Titânio-Alumínio para todos!
Tá, chega de piadas nerds infames. Hoje vou mostrar uma bela e clássica reação química.
Trata-se da reação de deslocamento do íon prata (em solução aquosa) pelo cobre metálico.
E o que isso tem a ver com Natal? Ora, o vídeo abaixo e que deu origem a essa postagem foi feito com um fio de cobre em formato de pinheirinho de Natal. 😛
Divirtam-se:
E é isso aí! Voltaremos assim que possível com mais posts natalinos!
Comentários