O Google Drive é um lugar onde sepode criar, compartilhar, colaborar e manter seus documentos mais importantes.
Naturalmente, tem dias que a gente quer começar um novo documento, tomar notas em uma aula ou preparar uma apresentação em cima do laço para aquela disciplina chata. 🙂
Para tornar mais simples o processo de criar material digital rapidamente, os Documentos, Planilhas e Apresentações-chamados agora de Docs, Sheets, and Slides estão disponíveis como aplicativos na Chrome Web Store.
Um vez instalados, atalhos surgirão para esses aplicativos quando você abrir uma nova aba no Chome.
Direto do GoogleDocs Blog.
Semestre passado eu fiz uma atividade com os meus alunos da disciplina de TICs no Ensino de Ciências da UFFS e acho que o resultado ficou muito bom.
A galera se puxou e fez livrinhos bem legais.
Eu usei o Flash Page Flip Book, apresentado a mim pela minha colega e amiga Maria do Carmo, para gerar esse livro eletrônico.
A tarefa que eu passei para os alunos foi a seguinte:
Eles receberiam o nome científico da uma espécie animal da fauna brasileira, de preferência da região sul do país.
A partir do nome e de alguns links fornecidos para facilitar a pesquisa, pedi que eles fossem ao http://images.google.com (eles podiam ir a outros sites) e procurassem o máximo de imagens possível sobre o animal.
Depois disso, eles deveriam montar uma apresentação em powerpoint contendo alguns itens obrigatórios.
O principal é que a apresentação fosse bem ilustrada, que focasse no aspecto visual e não textual.
Após concluída a apresentação, eles deveriam montar o livro eletrônico do tipo “flip page” usando o software supracitado.
Eles deveriam enviar as páginas do livro para mim e, após, deveriam postar apenas as imagens no blog da diciplina de TICs.
Meu compromisso com os alunos era devolver um livro contendo as espécies animais de todos eles, para que pudessem levar esse material didático para sua futura prática docente. O resultado? Um livro com 461 páginas! Tá bom pra vocês?
CLIQUE AQUI PARA BAIXAR O LIVRO
E aí pessoal, tudo bem?
Estão em uma aula de Física ou Matemática e precisam plotar o gráfico de uma função e não têm nenhum software a mão?
Que tal entrar na internet e instalar esse pequeno aplicativo no seu navegador Chrome?
Tá, ele funciona também em Firefox, Safari, Opera e Internet Explorer, não se preocupem.
O programa é bem simples, fácil de operar e tem uma interface bem simples.
Consegue fazer gráficos das funções tradicionais, implícitas, polares e até mesmo consegue plotar a derivada de uma função (se precisar, até a derivada em um ponto específico. Eu fiz e deu certo.).
Vejam o pequeno exemplo abaixo:
Então tá combinado, se você quiser fazer uns gráficos rapidamente é só ir no seguinte endereço:
Ah, e ele também funciona sem precisar estar conectado à internet. Para isso basta ir até a Chrome Web Store e instalá-lo a partir de lá (uma conta do Gmail é requerida para isso dar certo).
Divirta-se!
A Equipa da Universidade de Évora (sim, equipa, como falam os nossos irmãos portugueses) lançou um novo sítio em comemoração ao Ano Internacional da Química.
Celebremos 2011 – Ano Internacional da Química!
Não sou usuário Apple, infelizmente. Mas para quem é portador dos adoráveis dispositivos da maçã aí vai uma lista em forma de infográfico. Boa diversão!
(EDIT 05/06/2013 – Não acessem o site desses chatos, eles ficam incomodando a gente para remover quaisquer links diretos ao site deles, como se eu quisesse me aproveitar do conteúdo deles sem dar crédito, o que obviamente não é o caso!)
Eu estava me enrolando para escrever esse post, mas finalmente tomei coragem para fazê-lo.,
Estava eu hoje a tarde lendo algumas notícias e me deparei com essa aqui no site do yahoo:
Reprodução da notícia na íntegra –>
Uma equipe internacional de astrônomos anunciou nesta segunda-feira a descoberta de um planeta que tem o céu iluminado por quatro sóis, o primeiro sistema estelar deste tipo identificado até hoje.
O planeta, batizado PH1, situado a cerca de 5.000 anos-luz da Terra (um ano-luz corresponde a 9,461 trilhões de quilômetros), está em órbita de dois sóis, e duas estrelas giram em torno destes.
Segundo os astrônomos, apenas seis planetas são conhecidos até hoje por ficarem em órbita em torno de dois sóis sem outra estrela distante orbitando seu sistema solar.
Esse sistema planetário circumbinário duplo foi inicialmente descoberto por dois astrônomos amadores americanos, Kian Jek e Robert Gagliano, que utilizaram o site Planethunters.org.
Astrônomos profissionais americanos e britânicos realizaram em seguida observações e medições com os telescópios Keck, situados no monte Mauna Kea, no Havaí.
“Os planetas circumbinários representam o que há de mais extremo na formação planetária”, afirma Meg Schwamb, uma pesquisadora da Universidade de Yale (Connecticut, nordeste), principal autor desta pesquisa apresentada na conferência anual da divisão de Planetologia da American Astronomical Society reunida em Reno, Nevada (oeste dos Estados Unidos).
“A descoberta de tais sistemas estelares nos obriga a repensar como esses planetas podem se formar e evoluir em um ambiente como este”, acrescenta ela em um comunicado.
Esta descoberta foi publicada online no site arXiv.org e foi submetida a publicação no Astrophysical Journal.
O PH1, um planeta gasoso gigante do mesmo tamanho de Netuno e com cerca de seis vezes o da Terra, orbita em torno das duas primeiras estrelas, de uma massa respectivamente de 1,5 e 0,41 vez o do nosso sol, em 138 dias.
As duas outras estrelas fazem parte desse sistema planetário a uma distância de cerca de mil vezes a que separa a Terra do Sol.
O site Planethunters.org foi criado em 2010 para estimular os astrônomos amadores a identificarem exoplanetas –planetas situados fora do nosso sistema solar– com os dados coletados pelo telescópio espacial americano Kepler.
Lançado em março de 2009, o Kepler tem como objetivo pesquisar exoplanetas semelhantes à Terra em órbita em torno de outras estrelas.
Fim da reprodução da notícia…
Maaaaaaaassssss, o que tewm de legal na notícia?
Vamos analisar detidamente as partes do texto que eu propositalmente colori.
1) … dois astrônomos amadores americanos, Kian Jek e Robert Gagliano, que utilizaram o site Planethunters.org.
Os caras usaram um SITE para descobrir um planeta que tem como vizinhos QUATRO sóis. (Isaac Asimov dá um IpI, IPI HURRA na tumba.)
O http://planethunters.org coleta exibe aleatoriamente dados enviados pelo telescópio Kepler em um gráfico relativamente simples de ser analisado.
O site estimula os usuários a analisar a luminosidade de uma estrela ao longo do tempo. Se a luminosidade decair bruscamente em um intervalo regular de tempo, é porque algum corpo celeste grande (um planeta, por exemplo) pode estar passando na frente dele.
Vamos continuar a análise…
2) Astrônomos profissionais americanos e britânicos realizaram em seguida observações e medições com os telescópios Keck, situados no monte Mauna Kea, no Havaí.
Não só os caras se valeram de um site para descobrir o planeta, mas a comunidade científica deu crédito ao trabalho dos dois.
Que confiança na análise de dois amadores que usaram um site para fazer essa descoberta, né?
Se fosse aqui no Brasil, ainda acusariam os dois amadores de tentarem obter publicidade gratuita e acusariam os cientistas de desperdiçar o dinheiro público com bobagens. Sem contar que o povão liga que nem doido em véspera de eliminação no BBB…
3) Esta descoberta foi publicada online no site http://arXiv.org e foi submetida a publicação no Astrophysical Journal.
Tá, eles publicaram os resultados em um repositório aberto de versões eletrônicas de livros, artigos e brochuras com algo em torno de 791.922 documentos nas áreas de física, Matemática, Ciências da Computação, Biologia Quantitativa, Finanças e Estatística.
(Não sei se jpa convenci vocês que o caminho percorrido pelos astrônomos amadores tem tudo a ver com o uso das tecnologias, mas eu fiquei super-empolgado com essa história e vou continuar minha verborragia.)
O http://arxiv.org é mantido pela Cornell University, só para constar.
Nessa minha já não tão curta vida de professor, uma constante é a questão “emprego”.
Lá estou eu dando aula de qualquer coisa e sempre tem algum aluno que me pergunta o que ele pode fazer depois que se formar. Ora, nós Químicos temos muitas opções profissionais após a formatura.
Um Químico pode se tornar professor do ensino básico, caso curse uma licenciatura. Quanto a essa opção, existem várias escolas de ensino privado espalhadas pelo país, geralmente com salários bem atrativos. Dada a escassez de professores de ciências exatas em nosso país, essa é uma opção profissional cada vez mais atrativa (e lucrativa).
“Ah, mas eu estou interessado em trabalhar em uma área técnica”! É uma frase que costumo ouvir bastante dos meus alunos.
OK, independente do fato de você cursar uma licenciatura em química, um bacharelado, uma química tecnológica ou até uma das muitas engenharias relacionadas à química, sempre existe a opção de trabalhar na área de análises químicas /ou controle de qualidade.
E olha que estou falando de análises químicas de forma genérica, pois cada tipo de indústria necessita de analistas para suas necessidades específicas. Dado o tamanho do parque industrial instalado em nosso país, posso dizer que existem muitas opções de empregos no Brasil na área de Química.
Claro que um profissional de nível superior como os que eu citei acima não são os únicos que podem concorrer a esse tipo de vaga, temos que considerar os técnicos em química de nível médio e os tecnólogos de nível superior, todos aptos a ocupar tais vagas. A diferença entre os técnicos e os demais, é que geralmente os de nível superior assumem postos de chefia (com suas respectivas compensações financeiras).
Existem outras opções? Claaaaaaro! Após se formar, você pode optar por prestar exames de seleção para os diversos programas de mestrado e/ou doutorado que existem no nosso país. O tipo de profissional egresso desses programas varia, mas em geral os mestres e doutores formados dessa maneira estão habilitados a concorrer às inúmeras vagas de trabalho tanto do mercado acadêmico público quanto do privado. Aliás, o que eu falei antes para professores do ensino básico se aplica também a professores do ensino superior, geralmente as compensações financeiras são maiores no setor privado.
Dado que nossa profissão é regulamentada, basta fazer inscrição no Conselho Regional de Química da região onde você vai exercer sua profissão, levar seu histórico escolar e seu diploma para obter o registro e receber uma carteira de identidade profissional. Professores do ensino básico ou do ensino superior federal não necessitam se afiliar nos CRQ’s porque os conselhos estaduais/federais de educação validam os diplomas para o exercício da docência.
Bom, não pretendo esgotar o assunto, até porque ele dá muito pano pra manga. O importante é estar sempre de olho nas oportunidades de estágio, pois muitas delas acabam encaminhando o estudante para um futuro emprego na mesma empresa onde ocorre o estágio. E, o mais importante, o negócio é ficar de olho em tudo que é site, jornal, pombo-correio, sinal de fumaça que liste oportunidades de emprego. Os mais atentos costumam ser recompensados. 🙂
Voltaremos a qualquer momento com mais dicas. Abraços digitais!
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