Uma mesa recoberta com folhas de alumínio, uma bateria e ímãs em formato de moeda.
Nem vou explicar como montar, é só assistir ao vídeo abaixo.
Boa diversão! 🙂
Via Science Dump
Uma mesa recoberta com folhas de alumínio, uma bateria e ímãs em formato de moeda.
Nem vou explicar como montar, é só assistir ao vídeo abaixo.
Boa diversão! 🙂
Via Science Dump
Minecraft é um jogo multiplataforma estilo sandbox (caixa de areia), o que significa que você pode jogar do jeito que quiser e construir uma enormidade de coisas usando os mais diferentes tipos de blocos.
Você pode sair à caça de blocos de diamante, ou de ouro, ou de ferro, ou de carvão, ou de pedra, dá pra perder um dia aqui falando dos tipos de blocos disponíveis.
Ou você pode simplesmente criar vacas para extrair o couro e a carne delas.
Ah, você pode decidir construir um castelo todo de vidro. As possibilidades são ilimitadas.
Seu criador, Notch, vendeu o jogo para a Microsoft em 2014 por US$ 2,65 Bilhões (devido ao enorme sucesso desse software Indie).
Existem quatro modos de jogo: Criativo, Sobrevivência, Hardcore e Aventura.
No modo sobrevivência, você inicia o jogo apenas com a roupa do corpo e tem que procurar ou construir abrigo antes que a noite caia.
À noite, seres terríveis e monstruosos surgem e tentam matar você a todo custo.
Claro, um buraco escavado no chão ou na montanha e coberto por terra ou pedra serve para passar as primeiras noites até que você consiga construir tochas, espadas, picaretas, pás, baús, portas e janelas.
Se um monstro te matar, você reinicia em uma parte aleatória do mundo apenas com a roupa do corpo.
No modo Hardcore, você tem apenas uma vida e não é possível mudar a dificuldade do jogo, ele estará sempre na dificuldade máxima.
E é no modo criativo que vamos focar o post de hoje.
No criativo você tem todos os blocos existentes no jogo à sua disposição em quantidade infinita.
Você pode voar e empilhar blocos de cores diferentes a fim de formar padrões variados.
E é aí que entra o tema prometido no título da postagem: moléculas
Pesquisadores da Universidade de Hull (Reino Unido) construíram no Minecraft um ambiente em que pode-se aprender o básico de Bioquímica.
Indo desde os aminoácidos essenciais, passando pela ligação peptídica, estruturas primárias, secundárias (alfa-hélice e folhas-beta) e terciárias de algumas biomoléculas selecionadas (mioglobina, hemoglobina, aquaporina, colágeno e algumas enzimas importantes).
Para poder usufruir dessa pouco convencional aula de química é preciso ter uma versão licenciada de Minecraft (atualmente ela custa US$ 26,95).
Depois, você vai ao site do projeto MolCraft e baixa um arquivo compactado contendo os arquivos necessários para explorar o mundo das biomoléculas no Minecraft.
Em seguida, descompacte esse arquivo compactado e mova-o para a pasta onde o Minecraft salva seus jogos (no Windows fica em C:\Users\<nome-do-usuário>\AppDataRoaming\.minecraft\saves).
Logo, é só abrir o Minecraft e escolher o mundo selecionado (MolCraft).
Eu fiz um screencast pra mostrar um pouco como funciona e o que podemos ver no MolCraft.
P.S.:Existe um servidor de MolCraft, mas esse eu ainda não testei e deixo para uma possível postagem futura.
Título estranho para um post em um blog de Química, não?
Pois é, mas faz muito sentido. Vocês verão logo em seguida.
Quem tem uma filha em casa sabe que o filme Frozen é uma febre, uma mania.
As meninas adoram cantar as músicas do filme, adoram se vestir como a personagem principal (Elsa de Arendele) e adoram todos os brinquedos relacionados que o comércio oferece.
Em suma, tudo que diz respeito ao tal filme interessa às meninas.
E eu vou usar esse filme para ensinar um pouco de físico-química.
Para continuar lendo, clique no link a seguir e siga meu raciocínio (e um pouco da história de Frozen):
Semana passada andou rolando um vídeo mostrando os bastidores da construção de uma gigantesca maquete de sistema solar construída por dois caras (Alex Gorosh e Wylie Overstreet) no Deserto Black Rock (estado de Nevada – USA).
A ideia surgiu porque as representações mais comuns mostram os planetas desproporcionalmente grandes em relação às órbitas que eles descrevem em torno do Sol.
Sem mais delongas, dá pra dizer que a representação deles ficou fantástica.
DICA: Não esqueça de ativar as legendas do vídeo.
O carinha do canal Crazy Russian Hacker mostra como impedir que a água apague uma vela do tipo Sparkle usando apenas fita adesiva.
Claro que a ciência sempre fica mais divertida quando a gente potencializa o experimento.
Ele pega várias velas e as enrola na mesma fita adesiva.
Após acender, coloca na água e temos um excelente aparato de ferver água improvisado. 🙂
Claro que nem preciso dizer que não se deve fazer isso em casa, né?
Vi no Blogando Ciência.
P.S.: Tem uma outra postagem aqui no blog mostrando um experimento similar mas de maior porte.
Nesse vídeo do pessoal do canal SlowMo Guys (dos quais já postei outro vídeo), uma singela esponja é atacada sem dó nem piedade por ácido sulfúrico concentrado (H2SO4).
O ácido sulfúrico é um ácido forte e extremamente corrosivo.
A esponja é composta por material polimérico derivado do petróleo.
Sendo assim, ela possui diversas ligações químicas C-H e C-C, as quais são facilmente atacadas pelo ácido sulfúrico em estado concentrado.
Vi a postagem no IFL Science.
Uma imagem vale mil palavras! 🙂
Quer alguns detalhes técnicos? Continue lendo o post.
Comentários