






Um segundo “esticamento”, perpendicular ao primeiro, faz com que os nanotubos possam ser comprimidos e esticados em qualquer direção. Após o esticamento inicial, os tubos se enroscam como se fossem molas, e podem ser esticados repetidamente sem perder sua condutividade, explica Bao no vídeo.
Os sensores são feitos de duas peças de silicona que receberam uma cobertura de nanotubos, ensanduichando uma terceira camada de silicona deformável que estoca uma determinada quantidade de carga elétrica. Quando a pressão é aplicada, a capacitância do dispositivo aumenta, e isso pode ser usado para calcular a quantidade de pressão aplicada.
Se esse dispositivo não é tão sensível quanto a outra pele super-sensível desenvolvida no mesmo laboratório no ano passado, isso é porque os pesquisadores estavam focados em fazer com que esse novo protótipo fosse transparente.
O objetivo é usar sensores como esse para construir uma pele artificial sensível sub-reptícia, diz Lipomi. (eles querem uma pele que seja invisível a um observador externo)
“O sonho mais alto desse tipo de pesquisa é restaurar a funcionalidade de peles injuriadas por acidentes, tais como as de soldados ou de vítimas de queimaduras”, ele diz. A pesquisa está publicada no Jornal Nature Nanotechnology.
O artigo encontra-se acessível através desse link.
Via PopSci.
Arthur Olsen, pesquisador no laboratório de Gráficos Moleculares no Scripps Research Institute, dá uma explicação bem legal sobre como isso funciona no vídeo acima.
Em poucas palavras, os pesquisadores estão basicamente modelando vírus como o HIV em impressoras 3-D, o que habilita-os a “segurar” os vírus patogênicos em suas mãos. Eles então modelam várias moléculas ligantes de proteínas ou enzimas, etc, em 3D e procuram qual a melhor forma de acoplá-las ao vírus.
Mas além disso, eles podem usar uma simples webcam e um programa de Realidade Aumentada que pode modelar a energia necessária para que certas ligações químicas se formem. Assim, os pesquisadores podem basicamente segurar um vírus e vários potenciais tratamentos diretamente em suas mãos, olhar para a tela do computador, e brincar com diferentes geometrias e energias atrativas para ver quais funcionam melhor.
ARTIGO ORIGINAL via Canal Fala Química
Um catalisador é uma substância – geralmente um metal, ao qual se ligam íons ou compostos – que permite ou facilita uma reação química, mas não é consumida e nem alterada pela reação em si.
Embora apenas cerca de 30 metais sejam usados para formar os catalisadores, os íons ou moléculas de ligação, chamados ligantes, podem ser contados aos milhões, permitindo a criação de numerosos catalisadores. Atualmente, a maioria desses ligantes compõe de materiais à base de nitrogênio ou fósforo. “O problema com o uso dos catalisadores à base de fósforo é que o fósforo é tóxico e pode contaminar os produtos finais”, disse Bertrand. “Nosso trabalho mostra que agora é possível substituir ligantes de fósforo em catalisadores por ligantes de boro. E o boro não é tóxico,” explica o pesquisador. Revolução na catálise A “alquimia” que permitiu a transformação de ácidos em bases foi possível modificando-se o número de elétrons no boro, sem alterar seu núcleo atômico. “As pesquisas com catálise têm avançado em pequenos passos incrementais desde a primeira reação catalítica, feita em 1902 na França. Nosso trabalho é um salto quântico na pesquisa de catálise porque uma vasta família de novos catalisadores agora passa a estar disponível. “Quais tipos de reações esses novos catalisadores à base de boro são capazes de facilitar é algo que ainda não se sabe. O que se sabe é que eles são potencialmente numerosos,” conclui Bertrand.2. Um espermatozóide tem metade disso, ou seja, 37,5 MB.
3. 1 ml de sêmen saudável tem aproximadamente 100 milhões de espermatozóides.
4. Uma ejaculação média dura 5 segundos e contém 2,24 ml de sêmen.
5. Ou seja, a velocidade da conexão ou throughput médio de um homem saudável é de:
( 37,5 MB x 100.000.000 x 2,24 ) / 5 = 1.761.607.680.000.000 bytes / segundo = 1,76 Terabytes / segundo.
Conclusão:
O óvulo feminino suporta um ataque de DDoS (Distributed Denial of Service) de 1,76 TB/s e só permite a passagem de 1 pacote durante sua conexão… Fazendo dele o MELHOR FIREWALL DO MUNDO!!!
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