Para quem está procurando os documentos do INEPE sobre o desempenho dos cursos superiores, eis aqui os documentos para baixar.
Boa leitura!
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Um grupo de cientistas norte-americanos desenvolveu um novo material metálico cem vezes mais leve do que esferovite e que pode ser colocado em cima de um dente-de-leão sem o danificar.

De acordo com um estudo publicado na revista “Science”, o novo material é constituído em 99,99% por ar graças à sua arquitectura celular. Os investigadores da empresa UC Irvine, HRL Laboratories e da Universidade da Califórnia salientam que se trata do mais leve material existente na Terra e que até agora o seu estudo não sofreu qualquer contestação.
“O truque é fabricar uma rede de tubos ocos interligados com uma parede de espessura mil vezes inferior à de um cabelo humano”, explicou Tobias Sandler, que lidera a investigação.
O novo material, que recebeu o nome de “microrede metálica ultraleve”, é fabricado com 90% de níquel mas, de acordo com os autores, pode ser feito com outra composição já que o níquel foi escolhido apenas pela sua facilidade de manuseamento.
Matéria encontrada no site da UNESCO.
Reprodução na íntegra do texto original.

O Brasil precisa melhorar a competência dos professores em utilizar as tecnologias de comunicação e informação na educação. A forma como o sistema educacional incorpora as TICs afeta diretamente a diminuição da exclusão digital existente no país.
Vários pontos devem ser levados em conta quando se procura responder a questões como: Como as TICs podem ser utilizadas para acelerar o desenvolvimento em direção à meta de “educação para todos e ao longo da vida”? Como elas podem propiciar melhor equilíbrio entre ampla cobertura e excelência na educação? Como ela podem contribuir para reconciliar universalidade e especificidade local do conhecimento? Como pode a educação preparar os indivíduos e a sociedade de forma a que eles dominem as tecnologias que permeiam crescentemente todos os setores da vida e possam tirar proveito delas?
Na busca de soluções a essas questões, a UNESCO coopera com o governo brasileiro na promoção de ações de disseminação de TICs nas escolas com o objetivo de melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem, entendendo que o letramento digital é uma decorrência natural da utilização frequente dessas tecnologias. O Ministério da Educação tem a meta de universalizar os laboratórios de informática em todas as escolas públicas até 2010, incluindo as rurais. A UNESCO também coopera com o Programa TV Escola, para explorar a convergência das mídias digitais na ampliação da interatividade dos conteúdos televisivos utilizados no ensino presencial e a distância.
A UNESCO no Brasil conta com a permanente parceria das Cátedras UNESCO em Educação a Distância em várias universidades brasileiras, que utilizam as TICs para promover a democratização do acesso ao conhecimento no país.
Em 4 de agosto de 2009, a UNESCO no Brasil e seus parceiros lançaram no país o projeto internacional “Padrões de Competência em TICs para Professores”, por meio das versões em português das brochuras sobre a proposta do projeto. O projeto tem o objetivo de fornecer diretrizes sobre como melhorar as capacidades dos professores nas práticas de ensino por meio de TICs. Autoridades, especialistas e tomadores de decisão analisam a viabilidade da implementação das diretrizes deste projeto adaptadas à realidade brasileira.
Continuando a série iniciada na semana passada, vou ensinar hoje como criar um e-book do tipo “flip page” simples usando o site http://issuu.com.
Você pode consultar um blog experimental onde postei originalmente esse material e outros similiares clicando aqui.
O meu e-book sobre como criar e-books (inception?) está logo abaixo, divirtam-se.



2011 – AIQ – Chegou a hora da Química Digital? on Prezi
Apresentação proferida no dia 11/11/2011 (Viram? O mundo ainda não acabou dessa vez!) na UFFS, Campus Cerro Largo, para os estudantes do curso de Ciências.
E viva o Ano Internacional da Química!

Um segundo “esticamento”, perpendicular ao primeiro, faz com que os nanotubos possam ser comprimidos e esticados em qualquer direção. Após o esticamento inicial, os tubos se enroscam como se fossem molas, e podem ser esticados repetidamente sem perder sua condutividade, explica Bao no vídeo.
Os sensores são feitos de duas peças de silicona que receberam uma cobertura de nanotubos, ensanduichando uma terceira camada de silicona deformável que estoca uma determinada quantidade de carga elétrica. Quando a pressão é aplicada, a capacitância do dispositivo aumenta, e isso pode ser usado para calcular a quantidade de pressão aplicada.
Se esse dispositivo não é tão sensível quanto a outra pele super-sensível desenvolvida no mesmo laboratório no ano passado, isso é porque os pesquisadores estavam focados em fazer com que esse novo protótipo fosse transparente.
O objetivo é usar sensores como esse para construir uma pele artificial sensível sub-reptícia, diz Lipomi. (eles querem uma pele que seja invisível a um observador externo)
“O sonho mais alto desse tipo de pesquisa é restaurar a funcionalidade de peles injuriadas por acidentes, tais como as de soldados ou de vítimas de queimaduras”, ele diz. A pesquisa está publicada no Jornal Nature Nanotechnology.
O artigo encontra-se acessível através desse link.
Via PopSci.
Notícia publicada em 06/11/2011 no JB Online.
Focado na candidatura à prefeitura de São Paulo, por escolha de Lula, e com apoio da presidenta Dilma e da máquina do governo, o ministro Fernando Haddad (Educação) deixará uma herança maldita no ensino público: faltam 400 mil professores no ensino básico (fundamental e médio) no País.
A maior carência é para as disciplinas de matemática, química, física e biologia. Há escolas que nem as têm na grade.
Desprestígio
A conta de 400 mil é do próprio Haddad, revelada a empresários em reunião fechada. A justificativa: nenhuma criança sonha ser professor.
Intensivão
O MEC pretende treinar 332 mil educadores até dezembro, no Plano Nacional de Formação de Professores. Mas nada garante que dê certo.
Atalho educacional
Para camuflar o cenário, o MEC usa a estrutura dos institutos federais de educação, da Ciência e Tecnologia, a fim de treinar professores.
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