Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

CHIPS – CHemistry Interactive Problem Solver — 11/06/2013

CHIPS – CHemistry Interactive Problem Solver

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CHIPS é um software de resolução de problemas de Química verdadeiramente interativo, desenvolvido para ajudar estudantes na aprendizagem dessa ciência.

Não é simplesmente um software do tipo “diga-se sua resposta e eu direi se está certa ou não”, mas um no qual um personagem animado, Dr. Chip, realmente guia os estudantes passo a passo através do processo de organizar e resolver problemas de Química Geral, tal como se costuma fazer em sala de aula.

Em adição à informação contida em cada problema (que pode ser arrastada e solta nos espaços destinados à resolução), os estudantes têm acesso também a menus drop-down de constantes, fatores de conversão, massas molares, e equações.

Eles permitem fazer escolhas, cometer erros e obter uma resposta imediata do Dr Chip a cada passo da resolução. A versão atual do CHIPS contém problemas da maioria dos tópicos da área de um curso de Química Geral típico, incluindo escrita e balanceamento de equações químicas, estequiometria, termoquímica, estrutura molecular e atômica, e leis dos gases.

Você pode baixar o CHIPS aqui.

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Pipe – envie arquivos de até 1 Gigabyte pelo facebook — 10/06/2013

Pipe – envie arquivos de até 1 Gigabyte pelo facebook

É isso mesmo, com o pipe você faz o upload de um arquivo de até um 1 Gigabyte e envia o link para que um contato seu no facebook possa fazer o download.

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A única complicação possível é exigir que a pessoa tenha um perfil nessa rede social, mas em se tratando de Terra Brasilis, isso não parece ser muito problemático. (Facebook is the new Orkut, right?)

Oxigênio líquido + carvão + câmera lenta = combustão como você nunca viu —

Oxigênio líquido + carvão + câmera lenta = combustão como você nunca viu

O que acontece se um pedaço de carvão for jogado em um vasilhame contendo oxigênio líquido?

Ora, carvão é carbono amorfo – C(s) – e oxigênio líquido é a molécula de O2 em estado líquido (-182,96ºC).

O carvão está a temperatura ambiente (vamos dizer 20ºC), o que rende uma diferença de temperatura de aproximadamente 160ºC.

Para o pobre oxigênio líquido, é como se o pedaço de carvão estivesse muito quente, quente o suficiente para iniciar a combustão.

E é o que acontece no vídeo abaixo, só que o pessoal ainda filmou em câmera lenta o processo.

Eu achei bem interessante (pra não abusar da palavra “divertido’).

FONTE

CANAL DE VÍDEOS

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Mais um site (legal) de tabela periódica — 03/06/2013

Mais um site (legal) de tabela periódica

Não bastasse o excelente site do meu colega Luis Brudna (tabelaperiodica.org), o pessoal da também excelente página Química Analítica Qualitativa Inorgânica UFRJ lançou uma dica lá no facebook, a qual repasso alegremente com vocês.

O site de hoje é o Periodic Table of Elements, sediado na Rússia. A cara dele é bem simples, veja aí abaixo uma captura de tela.

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Mas o que eu achei legal nele é que ao clicar em um elemento, você recebe uma página contendo várias fotos do mesmo elemento químico em diferentes apresentações.

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Então, para aqueles que têm curiosidade sobre a “cara” dos elementos, recomendo que visitem esse site para saciar essa sede de conhecimento.

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Oficina “Estratégias e recursos da Web 2.0 para a elaboração de livros eletrônicos e hipermídias para o ensino de ciências” — 23/05/2013
Curso de Física Teórica (Landau e Lifshitz) no Scribd – Cinética Física — 06/05/2013

Curso de Física Teórica (Landau e Lifshitz) no Scribd – Cinética Física

Teoria cinética dos gases, difusão e efusão, etc e tal.

Alunos dos cursos de Química piram com esses conteúdos, mas eles são importantes e necessários para a compreensão dos fenômenos químicos.

Então, aí vai mais um livraço para os apreciadores do assunto.

MouseKey – Teclado Virtual Silábico-Alfabético — 15/04/2013

MouseKey – Teclado Virtual Silábico-Alfabético

Quem assistiu o Fantástico de ontem deve ter se emocionado com o trabalho de mestrado de um rapaz portador de necessidades especiais que, a despeito de todas as dificuldades, defendeu mestrado na área de informática educativa.

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O link para a matéria no site do G1 você encontra aqui.

Portador de atrofia muscular espinhal e com sérias restrições de movimento, ele criou um teclado virtual que pode ser usado através de um mouse e ajuda em muito a digitar textos de forma mais simples e funcional.

O MouseKey é, segundo seu autor, um “Teclado Virtual Silábico-Alfabético, que possui letras e padrões silábicos em torno de cada letra. Foi elaborado com o objetivo de possibilitar a escrita de pessoas com dificuldades motoras, através do computador. Com o mouse ou outro equipamento, o usuário seleciona as famílias de letras para formar as palavras. Isso diminui o número de movimentos e esforços necessários para escrever.”

Se você quer conhecer o resultado do trabalho do Claudio Luciano Dusik, acesse a página que contém um resumo da dissertação de mestrado e um link para baixar o programa desenvolvido por ele.

MouseKey – Teclado Virtual Silábico-Alfabético

O “som” do Big Bang é recriado e você pode ouvi-lo agora mesmo — 09/04/2013

O “som” do Big Bang é recriado e você pode ouvi-lo agora mesmo

Som capturado em alta-fidelidade.

Uma década atrás, o professor de Física estadunidense John Cramer lançou um arquivo de áudio onde o som teorizado da “explosão” que teria formado o nosso universo era demonstrado.

Agora, armado com novos dados da sonda cosmológica Planck — de um observatório espacial europeu — Cramer lançou um remix (e ele nem é funkeiro).

Trata-se de um notável áudio que representa uma atualização no seu arquivo de som original.

“Em geral, não existem sons no espaço, isso porque não existe ar para para vibrar”, disse o Prof Cramer à agência QMI.

(Ele é professor emérito da Universidade de Washington)

Ele relembra a velha citação de Hollywood “no espaço, ninguém pode ouvir você gritar”, mas adiciona: “O Big Bang é uma exceção a essa regra, porque o meio que permeava o universo nos primeiros 100.000 anos ou mais era mais denso que a atmosfera terrestre”.

Ele traçou as ondas de compressão — “como ondas em uma piscina ou o soar de uma campainha” — movendo-se através desse meio que permeava o universo primitivo e ressonava nele.

“As ondas de som iniciais deixaram uma impressão digital nas microondas cósmicas (da radiação de fundo) na forma de variações de temperatura”, ele explica.

“Se você estivesse lá então, você poderia ouvir algo como um som engarrafado, mas as frequências presentes então poderiam ser muito mais baixas que as da simulação”.

O áudio tornou-se um sucesso entre os cientistas.

Todos os crétidos vão para o Prof Cramer pela gravação. Os créditos para as imagens vão para a Agência Espacial Europeia.

Vi no Yahoo.

Como fabricar bolas de gude —
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