Não dá, né? A tensão superficial do mercúrio líquido e sua elevada densidade impedem o líquido de penetrar nos pequenos poros da esponja.
P.S.:Clique na imagem!
Vi no blog Livre Pensamento essa maravilhosa HQ e não podia deixar de postá-la aqui no blog.
O autor dos desenhos é o famoso cartunista brasileiro Fernando Gonsales, autor das tirinhas do Níquel Náusea (dá uma googlada, vale a pena).
Eu não sabia, mas Gonsales é formado em Veterinária e Biologia pela USP.
A HQ “Origem das Espécies” foi publicada no ano de 2009 na Folha de São Paulo e você pode curti-la aqui no Diário de um Químico Digital.
Ideia muito bacana essa. Um livro ilustrado permite que tanto crianças cegas quanto crianças que enxergam (videntes) possam ler o mesmo livro.
A iniciativa é uma parceria da Associação Tailandesa de Cegos e a BDDO Proximity.
O livro contém ilustrações (que podem estar em relevo) e letras formadas por pontos.
Para os videntes, os pontos que formam as letras contém duas cores (laranja e preto).
Isso é feito para que a criança que enxerga aprenda o alfabeto Braile enquanto lê.
Para as crianças cegas, apenas os pontos em cor laranja estão em relevo.
Dessa forma, crianças videntes e cegas podem ler o mesmo livro em conjunto na sala de aula.
É ou não é uma bela iniciativa para promover a inclusão? 😉
Primeiro, assistam ao vídeo, depois darei as devidas explicações.
Bom, agora vamos à mágica.
O isopor é, na verdade, o polímero conhecido pelo nome de poli(estireno).
O poli(estireno) é o mesmo polímero encontrado no corpo das canetas BIC.
O que o faz ser tão diferente do corpo das canetas? Ora, o estireno é polimerizado em fase gasosa e, justamente por isso, ele expande-se e forma essas lindas bolhas que terminam todas juntinhas e pressionadas umas contra as outras. (de uma forma bem grosseira, é claro)
Ao colocar uma peça de isopor em um solvente como a acetona (propanona, na verdade), os espaços vazios entre as várias bolhas de polímero expandido são desfeitos e o polímero passa ao estado de “solução”. Para o espectador, parece que o isopor está “se desfazendo”, mas é apenas mais um exemplo de dissolução.
Espero que tenham gostado!
Se tiverem mais sugestões de postagem, podem escrever para mim no http://fb.com/digimarcio.
Pessoal, acabou de ficar pronto um OVA do qual eu fiz parte da equipe de conteúdo.
Ele fica no espaço virtual conhecido pelo nome de Mais Unifra.
Esse site contém diversos OVA de várias áreas, mas o único de Química é de autoria deste que vos fala e dos bolsistas do PIBID/UNIFRA (do qual fui o primeiro coordenador até sair da instituição).
Bom, sem mais delongas, vou deixá-los com o link direto para acessar os seis OVA que giram em torno do tema “Equilíbrio Químico da reação íon hexaaquacobalto (II) e tetraclorocobaltato (II) e os fatores que afetam o equilíbrio e a velocidade das reações químicas (como pressão e temperatura, por exemplo).
E, para finalizar, ainda tem um OVA que ajuda a testar os conhecimentos adquiridos com os demais objetos.
A dica tá aí, é só acessar agora!
Já fiz algumas postagens sobre a água aqui no blog.
Numa delas (clica aqui, vai), eu mostrei um experimento do efeito do som na água.
Navegando por aí, achei outro vídeo legal sobre o mesmo assunto.
Um cara pegou um gerador de frequências sonoras e acoplou a uma mangueira de água.
Variando a intensidade ou a frequência sonora, ele consegue alterar o curso da água no ar, conseguindo até mesmo criar espirais de água em pleno ar.
Veja com os seus próprios olhos:
Acessem o nosso artigo direto no site da revista Disciplinarum Scientia ou leiam aqui mesmo no site.
P.S.:No corpo do texto, onde vocês lerem “posterous”, troquem por “posthaven”.
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