Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

MEC vai distribuir 600 mil tablets em escolas da rede pública brasileira ainda em 2012 — 06/02/2012

MEC vai distribuir 600 mil tablets em escolas da rede pública brasileira ainda em 2012

A partir do segundo semestre deste ano, professores da rede de ensino pública do Brasil vão receber cerca de 600 mil tablets. A ação deve atingir 62.230 escolas de todo o país. O investimento aplicado para que isso seja feito gira em torno de 150 a 180 milhões de reais e já está em trâmites desde dezembro de 2011, quando o governo manifestou o interesse em adquirir 900 mil tablets de fabricação nacional, com telas entre 7 e 10 polegadas. 

O governo pagará quase R$ 300 pelo tablet de 7 polegadas e aproximadamente R$ 470, pelo de 10 polegadas. O que significa menos da metade do preço, já que um tablete de 7 polegadas sairia por R$ 800 em valor normal.

Este programa começa com os professores porque o MEC acredita que os docentes necessitam dominar o aparelho antes deles chegarem até os alunos. “A inclusão digital tem que começar pelo professor. Se ele não avançar, dificilmente a pedagogia vai avançar”, afirmou o ministro da educação, Aloizio Mercadante, à Agência Brasil.

Pelo equipamento, o professor poderá organizar aulas, acessar a internet e até apresentar a sua aula por meio de lousas digitais. Por enquanto, apenas professores do ensino médio receberão os tablets. Em breve, os docentes do ensino fundamental também terão acesso.

Por enquanto, não há previsão para os alunos receberem os dispositivos. E quando isso acontecer, as pessoas só têm de lembrar de desativar o Facebook, Twitter e outras redes sociais, além do Youtube na ferramenta. Se não, o que era para servir de educação, vai diretamente para o ralo.

Ei, MEC, eu sou professor e quero um Samsung Galaxy Tab 10.1, tá? o/

 

FONTE1 e FONTE2

Por que é ruim contar piadas sobre gases nobres? — 05/02/2012

Por que é ruim contar piadas sobre gases nobres?

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Porque nunca há uma reação!

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7 razões pelas quais os professores deveriam blogar —

7 razões pelas quais os professores deveriam blogar

Hoje vou postar uma coisa um pouco diferente mas relacionada com os assuntos que costumo tratar aqui no blog.

Trata-se da tradução de um post entitulado “Seven reasons teachers should blog”, cuja autor é o Prof Steve Wheeler da Universidade de Plymouth. Ele é professor de tecnologias de aprendizagem na Inglaterra, que não por acaso, é o país mais avançado na questão da aprendizagem flexível.

Blogging

Passo a traduzir o artigo do blog do Prof Wheeler:

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Tenho escrito extensivamente sobre o que faz um bom blogspot e porque ele é tão poderoso. De acordo com a minha experiência pessoal blogagem é uma das mais benéficas atividades profissionais que eu já tive oportunidade de me engajar. Eu aprendo mais blogando do que em qualquer outra atividade que eu participe. Aqui estão 7 boas razões pelas quais professores deveriam blogar:

1) Blogar faz você refletirDonald Schon sugeriu que a reflexão sobre, na e pela prática seriam componentes vitais de qualquer prática profissional. Professores naturalmente pensam sobre o que aconteceu em suas classes, e frequentemente imaginam o que poderia ter sido melhorado. Blogar pode auxiliar nesse processo, habilitando professores a manter um registro contínuo de suas ações, decisões, processos mentais, sucessos e insucessos, e questões com as quais ele tiveram que lidar. 

2) Blogar pode cristalizar seu pensamento. No ato de escrever, disse Daniel Chandler, nós somos escritos. À medida que escrevemos, nós investimos uma parte de nós mesmos no meio (físico ou digital). A provisionalidade do meio faz a blogagem conduzir ao rascunhar e re-rascunhar. O ato de compor e recompor ideias pode habilitar pensamentos abstratos a se tornarem mais concretos. Suas ideias estão agora na tela em frente a você; elas podem ser armazenadas, recuperadas e reconstruídas à medida que suas ideais tornam-se mais claras. Você não tem que publicá-las se você quiser manter seus pensamentos privados. Salve-os e retorne a eles mais tarde. O blog pode atuar como um tipo de espelho que mostra o que você está pensando. às vezes nós não sabemos realmente o que estamos pensando até que nós escrevamos em um formato físico.

3) Blogar pode trazer novas audiências. Você pode se tornar um professor dentro de uma classe de aula infinitamente maior, e a medida que você bloga sobre assuntos que você pensa serem interessantes, você descobrirá que existem muitos outros profissionais da educação “lá fora” que também estão interessados. Pessoas que estão interessadas irão eventualmente encontrar seu blog e visitá-lo regularmente para ver se podem aprender algo novo com você.

4) Blogar pode criar um momentum pessoal.Uma vez que você inicie a blogar, e você se dá conta que está realmente fazendo isso, você provavelmenrte desejará desenvolver suas habilidades ainda mais. Blogar pode demandar tempo, mas as recompensas valem muito o esforço. Em minha própria experiência, me encontrei vencendo a inércia para criar alguns momentos de avanço em meu pensamento especialmente quando eu blogo sobre tópicos “irritantes” que podiam ser emotivos, controversos, desafiadores. Quanto mais você bloga, melhor voce fica no escrever para sua audiência, gerenciando seus argumentos, defendendo sua posição, pensando criticamente.

5) Blogar pode dar um feedback valioso. á medida que você ganha feedback dos seus leitores, você ganha um senso de “revisão por pares” (revisão dos seus artigos por pessoas que entendem do assunto), algumas vezes desafiando e refutando suas ideias (difícil de lidar, mas pode abrir sua mente e voce aprenderá muito com as críticas construtivas) ou afirmando o que você realmente acredita ser verdadeiro (algum feedback dos leitores adiciona um valor adicional ao seu blogspot, e ele está lá para ser lido por todos). Afirmação das suas próprias crenças pode ser um gatilho poderoso para você como um profissional praticante.

6) Blogar pode ser criativo. Se você persiste com a blogagem, você descobrirá que você desenvolve novas e criativas maneiras de articular aquilo que você quer dizer. Quando eu escrevo, eu comumente procuro por formas alternativas de me expressar, e isso pode ser através de imagens, citações, contar novamente minhas experiências antigas atravpes de histórias, vídeos, áudio, ou hiperlink a recursos da web relacionados ao assunto. Você tem tem muitas maneiras de transmitir suas ideias, e você só está limitado pela sua imaginação. Tente novas formas de comunicação e corra riscos. Blogar é a plataforma que permite a você ser criativo.

7) Blogar pode “elevar suas apostas”. Blogar é imediato. Tão logo você pressiona o botão “Publicar”, suas ideias estão na web na frente de uma audiência mundial em potencial. Volta e meia eu tenho ouvido de outros professores (e estudantes) que eles tomam muito mais cuidado com construções gramaticais, ortografia e pontuação quando eles descobrem que têm uma audiência.
 
O original encontra-se no blog do Prof Wheeler.

 

 

Coleção Ensinar e Aprender no Mundo Digital – parte 3 — 01/02/2012

Coleção Ensinar e Aprender no Mundo Digital – parte 3

Os volumes anteriores podem ser encontrados nesses dois posts aqui: post1 e post2.

Piada fan-tás-ti-ca do Science Cat — 31/01/2012

Piada fan-tás-ti-ca do Science Cat

Vi no facebook do Jones, meu colega de Doutorado e ri demais aqui. Parei de fazer tudo que eu estava fazendo só para postar a piadinha infame do Science Cat.

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Ah, e antes que eu me esqueça, a imagem original vem lá do Tumblr do Anderson Dino.

E eu que achava que era mega-original ao usar o Science Cat para divulgar conteúdos de ciências, o Anderson me ganhou nessa, pois as piadas deles já são em português e desconfio que a maioria não funcionaria em inglês, ao contrário das que eu tenho postado aqui.

Parabéns Anderson, gostei do teu trabalho! 🙂

P.S.:Antes que me perguntem, Heisenberg é o autor do famoso “princípio da incerteza” que diz que uma partícula não pode ter seu momentum e sua posição simultaneamente conhecidos.

Bundesarchiv Bild183-R57262, Werner Heisenberg.jpg

Coleção Ensinar e Aprender no Mundo Digital – parte 2 — 30/01/2012

Coleção Ensinar e Aprender no Mundo Digital – parte 2

Seguindo a série de publicações que iniciei na semana passada, aí vai o volume 2 da coleção.

Para ver o post anterior, clique aqui.

Diferenças de densidade com whisky e água — 29/01/2012

Diferenças de densidade com whisky e água

The Whisky Water Trick from Casey Neistat on Vimeo.

 

Truque de salão, mas tá valendo para não deixar o blog às moscas.

Vi no semfoco.com

Submarino caseiro —

Submarino caseiro

Com uma porca, três balões e uma garrafa PET (com tampa), é possível construir um submarino bem legalzinho.

Vejam o vídeo abaixo, a seguir eu comento:

Basicamente, quando apertamos a garrafa PET, forçamos a água a entrar nos balões presos à porca.

A entrada de água faz com que a densidade do “submarino” aumente, causando sua descensão (ele afunda).

Quando paramos de apertar a garrafa, a água sai dos balões e a densidade do “submarino” diminui, causando sua ascensão (ele sobe ou emerge).

Simples, né?

Bom restinho de domingo a todos.

You Know You’re a 21st Century Educator When … (7 signs) — 28/01/2012

You Know You’re a 21st Century Educator When … (7 signs)

7 Signs of a 21st century educator. Having criticised the overuse of the phrase ’21st Century …’ , here I am using it, doh!

 

You know you’re a 21st Century educator when …
1) You use live streaming video to convey your lessons to pupils unable to attend a class. Illness, hospital treatment, home circumstances, travel etc. each of which could entail a period of time off school. In the last century this would result in lost opportunities to learn. In the 21st Century such lost opportunities are unacceptable and teachers/schools need to ensure learners still have access to learning opportunities when away from the school.
2) You use video to record your lessons for online delivery. We all know that many of us are ‘shy’ or ‘embarrassed’ to be seen on video. However, the 21st century teacher needs to overcome this barrier. ‘Lecture Capture’ is currently the BIG thing in HE, so don’t be caught out when ‘Lesson Capture’ comes to your school. The real value of Lesson Capture is that your sessions can be recorded and then replayed by students afterwards to reinforce their learning or for revision (if they need that!). Also your recorded sessions can be used to reach learners outside the school, even reach students around the globe. This will also help you attain a global presence, which could be the distinction of the best 21st Century educators.
3) You maintain a subject blog. Some of you may already maintain (or not maintain!) a personal blog. The difference here is that the subject blog is a professional tool that can serve many purposes for the 21st century educator. The blog records your teaching of your subject(s), you can use it reflectively as part of your professional development, you also use it with learners as part of a multi-approach to your teaching, you also share it with other subject professionals within your  Professional Learning Network.
4) You receive questions from pupils studying your lessons from around the world. Either you, yourself, or your school will have a global presence which attracts learners from around the world. Naturally, these learners will have questions which they submit to you via email, social networking, submission forms and discussion forums. You, of course, use a tool to aggregate these various sources into a single stream, just to make life a little easier for you!
5) You are invited by other teachers to teach a session to their pupils. Cooperation, collaboration and sharing are all good things so you work with other teachers in other schools to deliver lessons and they, equally, share with you. This practice improves your professional skills and also helps deliver the best content to learners.
6) You find yourself working in the early hours or late at night … no change there then! While much of your online teaching is delivered by recorded sessions and activities, you also blend this with live (synchronous) sessions with learners across countries and timezones.
7) You are paid more … well, let’s hope!

The Purpose of Technology in Education is Not to Enhance, Extend or Support Teaching —

The Purpose of Technology in Education is Not to Enhance, Extend or Support Teaching

Thirty, Twenty, Ten, even perhaps five, years ago, if you had said to me that the purpose of technology in education is to enhance, extend or support teaching, then I would have said that that was a very perspicacious summary of the role of educational technology. Now, though, that view seems very old-fashioned and outdated.

In their early days, I would suspect that the role of chalk and blackboard would have been seen as enhancing teaching whereas when I was a pupil, they were seen as much more fundamental to teaching. The same may also be true for textbooks, at one time they may have been seen as enhancing teaching but by my time as a school pupil they were pretty much fundamental.

I would argue that the same is now true for technology, which was once regarded as an enhancement but which should nowadays be seen as fundamental to good educational practice.

I say it is fundamental for two reasons; firstly we have over 30 years of experience of using the technology, we have built up a great deal of insight and experience in using technology in a variety of ways. It is now commonplace and usual to see computers and other devices being used in our schools. As I have argued elsewhere in this blog, a good teacher who does not use technology is not a good teacher.

Secondly, there has been a subtle but fundamental shift in the way the use of technology is viewed in schools; in the past it has been regarded as a teaching resource ( a role it still fulfils) but in recent times it has become much more regarded as a learning resource. That is not just a play with semantics, it is a significant change; it means that technology is viewed more as a tool for pupils and students to capture, create and share their learning and experiences.

I have a third objection to the notion that the role of technology is still to enhance, extend or support teaching but this is one which is more difficult to express. If we accept that these three roles are the purpose of technology, then if the technology does not enhance, does not extend nor support teaching, then we have a reason for not using the technology. This then leads to teachers foolishly and narrowly planning or evaluating their use of technology based upon whether it meets one of these criteria or not. When planning a lesson, if the teacher does not know how the technology can be used to enhance, extend or support the lesson then they will not use it. Yet, this comes down to a lack of knowledge or experience on behalf of the teacher rather than a failing of the technology. It is often when they try to use technology or allow the pupils to use technology that the teacher learns how it can be used. Without that prior experience, experimentation and exploration, a teacher will often not know whether technology can be used. It is important that teachers are encouraged and supported to explore the uses of technology before they are allowed to reject it out of hand.

The world of education has moved on from where a single computer was the only piece of modern technology in the class. Nowadays we have to consider the world of e-learning, where learning is delivered online and the technology is not an enhancement or an extension but becomes a delivery system.

Okay, so this post risks becoming a bit of a rant but there are influential people in schools and in wider education who maintain that the role of technology is only to enhance, extend or support teaching and I sincerely believe that view is wrong and that it could hold back the future development of educational technology. To my mind, the future of educational technology lies not in regarding it as an add-on or enhancement but as being fundamental to education.

 

 

http://dougwoods.co.uk/blog/the-purpose-of-technology-in-education-is-not-to-enhance-extend-or-support-teaching/