Sou Bacharel em Química (UFRGS), Licenciado em Química (ULBRA) e Doutor em Química Teórica (UFRGS). Atuei na UFPel, UNIFRA, UFFS e atualmente na UNIPAMPA Campus Bagé. Sou professor de Físico-Química, TIC e otras cositas más! Atuei no Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (UNIFRA - Santa Maria). Atuei em programas de Pós-Graduação Stricto Sensu. Atualmente faço parte do Programa de Pós-Graduaçãao em Ensino de Ciências (Mestrado Profissiional) e no Programa de Mestrado Acadêmico em Ensino, ambos da UNIPAMPA Campus Bagé. Sou blogueiro amador, embora esteja brincando disso desde 2008. Curto muito tecnologias digitais, principalmente se elas puderem ser aplicadas ao ensino.
Primeiro, assistam ao vídeo, depois darei as devidas explicações.
Bom, agora vamos à mágica.
O isopor é, na verdade, o polímero conhecido pelo nome de poli(estireno).
O poli(estireno) é o mesmo polímero encontrado no corpo das canetas BIC.
O que o faz ser tão diferente do corpo das canetas? Ora, o estireno é polimerizado em fase gasosa e, justamente por isso, ele expande-se e forma essas lindas bolhas que terminam todas juntinhas e pressionadas umas contra as outras. (de uma forma bem grosseira, é claro)
Ao colocar uma peça de isopor em um solvente como a acetona (propanona, na verdade), os espaços vazios entre as várias bolhas de polímero expandido são desfeitos e o polímero passa ao estado de “solução”. Para o espectador, parece que o isopor está “se desfazendo”, mas é apenas mais um exemplo de dissolução.
Pessoal, acabou de ficar pronto um OVA do qual eu fiz parte da equipe de conteúdo.
Ele fica no espaço virtual conhecido pelo nome de Mais Unifra.
Esse site contém diversos OVA de várias áreas, mas o único de Química é de autoria deste que vos fala e dos bolsistas do PIBID/UNIFRA (do qual fui o primeiro coordenador até sair da instituição).
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