Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

Piada Nerd — 17/03/2014

Piada Nerd

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Já faz um bom tempo que eu postei a última gracinha aqui no blog, já estava até com saudades de escrever um pouco de besteira aqui.

O fato é que encontrei uma que valia a pena publicar no blog.

Vamos à ela:

Einstein, Pascal e Newton estavam brincando de esconde-esconde. Era a vez de Einstein contar até 10 para que os outros se escondessem.

Einstein virou-se para a parede a começou a contagem. Enquanto isso, Pascal saiu correndo para se esconder e Newton afastou-se apenas alguns passos de Einstein.

Newton desenhou em torno de si um quadrado de um metro de lado.

Quando Einstein terminou a contagem, virou-se para procurar os colegas e viu Newton parado pacientemente no centro do quadrado.

-Rá! Encontrei você, Newton! – exclamou Einstein.

-Não mesmo, caro colega! – disse Newton.

– Eu estou sobre uma área de 1,0 metro quadrado, portanto quem você encontrou foi o Pascal! – continuou Newton!

P.S.:Sei que corro o sério risco de perder muitos leitores do blog com essa excelente piada! Mas, como disse o filósofo Friedrich Nietzsche, a zoeira nunca termina!

Quem não entendeu a piada, leia a continuação do post.

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Aula Inaugural na UERGS – SLG: Reflexões sobre TIC como promotoras da interdisciplinaridade — 16/03/2014

Aula Inaugural na UERGS – SLG: Reflexões sobre TIC como promotoras da interdisciplinaridade

Na sexta-feira (dia 14/03/2014), estive na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – Campus São Luiz Gonzaga participando de um momento muito especial junto aos meus amigos e colegas daquela instituição.

Participei como painelista na Aula Inaugural dos cursos de Pedagogia, Tecnologia em Agropecuária Integrada e Tecnologia em Agroindústria.

Como prometido aos participantes, eis a apresentação que eu exibi durante a minha fala.

Agradeço imensamente a todos que lá se fizeram presentes, em especial ao Prof Marcelo Migliorini e à Profa Arisa da Luz.

Um vídeo incrível sobre o efeito Leidenfrost —

Um vídeo incrível sobre o efeito Leidenfrost

Esse efeito é muito legal, tanto que já andei escrevendo sobre ele (veja esse post aqui).

Água em estado líquido jogada sobre uma superfície suficientemente aquecida não evapora instantaneamente.

A gotícula de água forma uma camada inferior de vapor que isola termicamente a parte superior da gotícula e atrasa a evaporação completa da mesma.

O efeito macroscópico desse efeito é observado pelo movimento rápido e aleatória da gotícula sobre a superfície quente.

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O vídeo que vou exibir agora mostra uma novidade sobre o efeito:

Água é despejada na forma de gotículas sobre uma superfície suficientemente aquecida, com diversos sulcos E verticalmente inclinada.

Ao contrário do que se esperaria, a água sobre o plano inclinado ao invés de descer.

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O vídeo está em inglês, mas é fácil entender o porquê desse fenômeno (ele possui legendas em inglês pra facilitar um pouco a compreensão).

A camada de vapor que se forma sob a gotícula impulsiona a mesma acima e à frente.

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Bom chega de lero-lero, eis o vídeo:

Saiba mais sobre o assunto AQUI.

O vídeo eu cncontrei AQUI.

Vídeo: Mecanismos de Evolução — 24/02/2014

Vídeo: Mecanismos de Evolução

O vídeo tem legendas em português, não esqueça de ativá-las.

FONTE

Especialização em Ensino de Ciências – Web 2.0 e Edição colaborativa de documentos — 14/02/2014

Especialização em Ensino de Ciências – Web 2.0 e Edição colaborativa de documentos

Alô, alô, alunos da especialização, chegando material novo na área. 🙂

Aula da especialização em ensino de ciências – UFFS — 10/02/2014

Aula da especialização em ensino de ciências – UFFS

Passando aqui para deixar um material de aula para os meus alunos da especialização, nada mais. 🙂

Molécula do dia – Isotiocianato de Alila — 06/02/2014

Molécula do dia – Isotiocianato de Alila

Superfície superidrofóbica vs líquido magnético em câmera lenta — 04/02/2014

Superfície superidrofóbica vs líquido magnético em câmera lenta

Pessoal, estou passando aqui para me desculpar pela escassez de postagens.

Só gostaria de dizer que estou tentando migrar o blog para uma plataforma mais amigável, pois a que estou usando atualmente me desestimula muito a postar coisas legais.

Para não deixa o blog às moscas por mais tempo, resolvi insistir no tema “câmera lenta”.

Fiquem com este belo vídeo e, em breve, voltaremos a postar mais coisas legais aqui.

Primeira postagem de 2014 – fluidos não-newtonianos em câmera lenta — 06/01/2014

Primeira postagem de 2014 – fluidos não-newtonianos em câmera lenta

Olá pessoal, tudo bem?

Para começar o ano de 2014, resolvi reproduzir a matéria sobre fluidos não-newtonianos que eu vi no Sploid.

Para começar, assista ao vídeo abaixo:

A coisa estranha aí no vídeo é uma mistura de água e amido de milho (a famosa maisena aqui no Brasil).

Se você tocar gentilmente na mistura, ela se comporta como líquido. Até se você conseguir colocar um pouquinho dela na palma da mão, vai ver que ela escorre como um líquido convencional.

Agora, tente apertar ou golpear fortemente a mistura. Ela vai se comportar como um sólido e vai oferecer resistência aos golpes aplicados.

Essa categoria de materiais atendem pelo nome de fluidos não-newtonianos. Alguns bons exemplos desses fluidos são: sangue, ketchup, iogurte, recheios de bolo (cremosos), lama e alguns materiais poliméricos fundidos.

Vou resumir um pouco o que caracteriza um fluido como não-newtoniano, mas você pode ler o material original aqui e aqui.

Imagine um maço de cartas de baralho. Agora imagine que você está espalhando o maço de cartas sobre a mesa fazendo uma deslizar sobre a outra.

Pois é, os líquidos newtonianos são compostos por várias “camadas” de moléculas que fazem o papel das cartas do baralho.

Obrigar as camadas a se mover por meio da aplicação de uma força sobre elas vai produzir escoamento do líquido.

Se você quiser fazer o líquido fluir duas vezes mais rápido, basta aplicar o dobro da força.

Com os fluidos não-newtonianos essa realidade não se aplica. Alguns deles vão exigir menos que o dobro da força, outros vão exigir mais que o dobro da força, e esse tanto de energia vai depender do material em questão.

O que impede ou facilita o movimento das camadas de líquido é a fricção entre as mesmas. Essa fricção dá origem ao que costumamos chamar de viscosidade (resistência ao movimento de fluxo das camadas).

Bom, o papo já ficou muito técnico e não quero chateá-los logo na primeira postagem de 2014.

Em breve, pretendo voltar à plataforma a que estou acostumado a blogar e, com isso, pretendo voltar à frequência original de posts.

Um grande novo ano para todos os amigos do Brasil, de Portugal e, pelo que tenho visto nas estatísticas, de Mozambique! 🙂

 

Show pirotécnico com bolas de ping-pong? — 10/12/2013

Show pirotécnico com bolas de ping-pong?

Para quem nunca imaginou que uma simples bolinha de ping-pong fosse tão inflamável, o vídeo abaixo mostra que seus conceitos estavam totalmente equivocados.

Os caras incendeiam uma bolinha isolada para mostra o potencial do artefato.

Depois, eles colocam fogo em uma pilha de bolinhas contidas em um “forno” feito com tijolos empilhados.

Assista ao vídeo e depois comentarei o porquê desse comportamento tão imprevisível.

Acontece que as bolinhas de ping-pong (e as palhetas de guitarra) são normalmente fabricadas com um material chamado celulóide.

A celulóide foi o primeiro plástico (na verdade, termoplástico – que altera suas propriedades de acordo com a temperatura) a ser patenteado lá no distante ano de 1870.

Celulóides são fabricados a partir de nitrocelulose (figura 1), cânfora (figura 2), alguns aditivos e corantes.

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Figura 1: Nitrocelulose

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Figura 2: Cânfora

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Figura 3: Um provável esquema de formação da celulóide (leia mais aqui)

É facilmente moldável e seu principal uso durante anos foi substituir o marfim, sendo por isso chamado de “marfim francês” ou “Ivorine” (ivory é a palavra inglesa para marfim, assim como ivoire é a versão francesa da palavra).

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Figura 4: Artefatos modernos fabricados com celulóide

É altamente inflamável (viu, tá aí a explicação das propriedades fantásticas das bolinhas de ping-pong) e seu uso industrial/comercial diminuiu muito nos dias atuais, sendo ainda utilizado em bolinhas e palhetas (mas acho que divago tocando nesse assunto novamente). 🙂

Antigamente, os filmes fotográficos e cinematográficos eram fabricados com celulóide, por isso era comum estúdios que armazenavam esse tipo de filme incendiarem e todo o acervo ser perdido nesses casos.

A formulação típica da celulóide pode conter de 70 a 80 partes de nitrocellulose, nitrada a 11% de nitrogênio, 30 partes de cânfora, 0 a 14 partes de corante, 1 a 5 partes de  etanol, acrescido de estabilizantes e agentes que aumentam a estabilidade e reduzem a inflamabilidade.

Bom, acho que chega de informações por hoje. Acesse os links contidos no post para saber mais.

Até a próxima, p-p-pe-pe-pesso-a-al! 🙂