Dica: tem a ver com a molécula de clorofila que confere a cor verde às plantas.
Não esqueça de ativar as legendas em português!
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Para quem está com o inglês afiado e precisa de um bom livro de Química Geral pode apelar para essa alternativa gratuita oferecida no site http://openstax.org.
Clicando nesse link AQUI você vai direto para o download do livro.
Ele cobre tópicos dos mais variados, oferece recursos didáticos gratuitos para o professor e também para o estudante.
E não pense que é um livro escrito por qualquer um, pois o mesmo conta com vários autores de universidades estadunidenses renomadas.
E para quem não está com a leitura na língua inglesa em dia, bora lá treinar com esse livro (afinal, em Química ou lê em inglês ou não sobrevive).
Até a próxima!
E a molécula de hoje é a acrilamida, também conhecida pelo nome IUPAC prop-2-enamida.
É um sólido cristalino branco e inodoro, solúvel em água, etanol, éter e clorofórmio.
Sofre decomposição na paresença de ácidos, bases, ferro e seus sais e de agentes oxidantes.
Também se decompõe não-termicamente formando amônia, e termicamente produz dióxido e monóxido de carbono e óxidos de nitrogênio (esses últimos danosos ao ser humano).[1]
A acrilamida é classificada como uma substância extremamente perigosa nos USA (Section 302 of the U.S. Emergency Planning and Community Right-to-Know Act(42 U.S.C. 11002)).[1]
Em 2002, a presença de acrilamida em alimentos tostados/torrados baseados em amido foi detectada.
Durante o processo de tostagem (caramelização, cozimento, gratinagem, queima, etc) , uma série de reações químicas conhecidas coletivamente por Reações de Maillard (falarei delas no futuro) produz, dentre várias outras substâncias, a acrilamida.[2]
Outra importante fonte de acrilamida é encontrada nos cigarros (portanto, evitem fumar).
A acrilamida é comumente ligada a vários tipos de câncer, embora os níveis dessa substância em alimentos seja alarmante, não é possível ainda determinar se o consumo dos mesmos esteja diretamente ligado ao surgimento dessa doença em seres humanos.
Isso é muito importante, pois é comum lermos em sites sensacionalistas que ingerir alimentos tostados causa câncer e, por conseguinte, um sentimento quimiofóbico se instala nas pessoas (o que é um desserviço à ciência).
Do ponto de vista tecnológico, a acrilamida pode ser usada para sintetizar vários tipos de poli(acrilamida).
Essas são muito utilizadas como espessantes solúveis em água, também encontram uso no tratamento de água servida industrial, eletroforese em gel, fabricação de papel, processamento de minérios, recuperação de óleos, e manufatura de tecidos.
Algumas acrilamidas são usadas na fabricação de corantes e de outros monômeros de importância industrial.[1]
Quimicamente, a acrilamida possui a seguinte fórmula molecular C3H5NO, e tem por fórmula plana estrutural
Bom, não quero me estender mais nessa postagem.
Por enquanto era só isso.
Agradeço a atenção e até a nossa próxima postagem.
E lá vamos nós com mais uma experiência envolvendo essa maravilha tecnológica que é o Raspberry Pi.
Já falei dele em postagens anteriores (1 e 2).
O experimento de hoje envolve projetar a imagem em monitores portáteis, já que meu interesse é poder levar o Raspberry Pi para qualquer lugar.
Pois bem, adquiri uma TV de 9″ (bem portátil) e aproveitei um DVD portátil cujo leitor não funciona direito para fazer os meus testes.
A parte mais importante de tudo é encontrar um cabo RCA composto que tenha a pinagem correta (embora por fora pareçam todos iguais, por dentro diferem muito e não há um padrão).
É extremamente importante que o TERRA (GROUND) esteja no segundo segmento de dentro pra fora e o VÍDEO no primeiro segmento.
Resolvido isso, eu resolvi testar um sistema de retrogaming chamando RetroPie para testar as capacidades do Raspberry Pi3 (eu também possuo a versão 2) de emular diversos consoles.
Confira os meus testes nos dois curtos vídeos a seguir:
P.S.: Aqui neste link tem um excelente tutorial de criação de um arcade usando Raspberry Pi de autoria do Augusto Campos.
P.S.2: Aqui tem outro tutorial bem legal.
Seguindo a série de postagens sobre experimentos de Físico-Química (posts anteriores: 1, 2, 3, 4, 5 e 6), hoje vamos apresentar um experimento extremamente simples e ao mesmo tempo muito ilustrativo sobre a tensão superficial.
Vídeo elaborado pelos discentes Guilherme Brinker Willrich (Lic. Química), Ivan Parzianello e Maurício Furtado (ambos da Eng. Química).
Maiores explicações são dadas após o vídeo.
Quer saber mais? Leia na sequência do post:
Seguindo nossa série de posts sobre experimentos de Físico-Química (confira as postagens anteriores: 1, 2, 3, 4, 5), vamos mostrar hoje uma atividade prática utilizando materiais do cotidiano.
Esse vídeo é de autoria das acadêmicas Fernanda Padilha Noronha, Gabreele Elena Scheffler e Gabryella Cerri Mendonça.
Apenas a título de introdução ao assunto, a adsorção é um fenômeno que acontece entre superfícies sólidas e substâncias no estado gasoso ou líquido.
Nesse fenômeno, o gás ou o líquido é atraído pela superfície sólida e lá permanece formando uma monocamada. Essa monocamada pode servir como base para a deposição de uma nova camada.
Dependendo da força de interação entre as substâncias, pode-se falar em adsorção física ou química. Quando as duas ocorrem, falamos de forma mais genérica que ocorre uma sorção.
E é esse o tema do experimento exibido a seguir. Boa diversão.
O vídeo é auto-explicativo.
Divirtam-se com a serotonina, ocitocina e a dopamina.
(Estruturas na sequência do post.)
Caros leitores, faço uma pausa nas postagens de Química para anunciar que o programa do qual faço parte está com inscrições abertas para professores interessados em se qualificar profissionalmente.
Leia o Edital em anexo e participe.
Acesse também a página oficial em http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/mpec
Olá galere, tudo bem?
Hoje vou postar mais um vídeo de Físico-Química elaborado pelos meus alunos (é uma série de postagens e você pode ver outros vídeos clicando nos links a seguir 1, 2, 3, 4)
A amoeba ou geleca magnética é um sucesso nas internets, vendida lá no exterior como um brinquedo.
Com ela você pode brincar com um material do tipo fluido não-Newtoniano, que escorre como um líquido mas em alguns momentos se comporta com um sólido.
Para adicionar um gostinho extra à brincadeira, esse material contém partículas ferromagnéticas que faz com ele responda também a campos magnéticos.
Os acadêmicos de Engenharia Química matriculados no semestre 2016-1 (depois citarei os envolvidos) elaboraram uma proposta de produção caseira da amoeba.
Deixo vocês com o vídeo e as respectivas explicações físico-químicas:
Seguindo a série de postagens sobre os experimentos de físico-química criados pelos meus alunos, hoje vou postar esse belíssimo vídeo das meninas Jessica Alves, Letícia Cardoso, Natalia Trojahan e Vanessa Goulart.
Explicações para o fenômeno da dissolução no próprio vídeo.
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