The Whisky Water Trick from Casey Neistat on Vimeo.
Truque de salão, mas tá valendo para não deixar o blog às moscas.
Vi no semfoco.com
The Whisky Water Trick from Casey Neistat on Vimeo.
Truque de salão, mas tá valendo para não deixar o blog às moscas.
Vi no semfoco.com
Com uma porca, três balões e uma garrafa PET (com tampa), é possível construir um submarino bem legalzinho.
Vejam o vídeo abaixo, a seguir eu comento:
Basicamente, quando apertamos a garrafa PET, forçamos a água a entrar nos balões presos à porca.
A entrada de água faz com que a densidade do “submarino” aumente, causando sua descensão (ele afunda).
Quando paramos de apertar a garrafa, a água sai dos balões e a densidade do “submarino” diminui, causando sua ascensão (ele sobe ou emerge).
Simples, né?
Bom restinho de domingo a todos.
Minha equipe do PIBID/CAPES/UNIFRA/Química criou esse vídeo que posto na sequência.
Ficou tão legal que resolvi fazer propaganda do trabalho da galera que trabalha comigo na Escola Estadual de Ensino Médio Dr Walter Jobim (Santa Maria).
Quem quiser entender um pouco como funciona a dança da naftalina, veja esses dois posts antigos do meu blog:
É mais ou menos o mesmo princípio.
O vinagre e o bicarbonato de sódio reagem e gás carbônico é produzido.
O gás carbônico fica dissolvido na água e aglutina-se na superfície rugosa e porosa da naftalina.
Quando uma quantidade apreciável de gás prendeu-se à superfície da naftalina, sua densidade diminui o suficiente para que ela suba até a superfície da água.
Ao chegar na superfície da água e entrar em contato com a atmosfera, as bolhas de gás desprendem-se e a naftalina experimenta um aumento na sua densidade, o que faz com que ela volte ao fundo.
Essa “dança”, esse subir e descer vai acontecer enquanto houver gás dissolvido na água.
Ah, aproveitem para conhecer o blog do PIBID/UNIFRA.
Afinal, já que me dá trabalho mantê-lo, vamos divulgar, né?
Antes de mais nada, assista ao impressionante vídeo abaixo:
Quer saber do que se trata?
Então, continue lendo na sequência do post.
Essa é pra quem ficava horas instalando joguinhos e softwares a partir de disquetes, como um dia eu já fiz.
Primeiro, assistam a esse assustador vídeo, depois farei os devidos comentários.
A reação realizada no vídeo é relativamente simples de explicar, o esquema abaixo sintetiza as informações.
KSCN (80 mg) + H2O (10 mL) + HCl (3 gotas) + H2O2 (5 gotas) + Fe (1 prego) –> Fe(SCN)2+(vermelho)
Basicamente, o produto formado é um íon complexo de ferro (III) e tiocianato. Esta espécie apresenta coloração vermelho-acastanhado, similar ao sangue.
Como o íon ferro (III) é formado a partir de um prego formado por ferro(0), a cor vermelha é observada apenas próximo ao prego, o que causa a impressão de que o prego está sangrando.

Se você tem curiosidade e gostaria de ler mais sobre a reação, ofereço o link abaixo:
http://www.chem.uiuc.edu/chem103/equilibrium/iron.htm
EDIT: A massa de KSCN é de 80 mg, não de 80 g como eu havia originalmente digitado.
Ok, lá vou eu contribuir mais uma vez para o estereótipo de “química só é legal quando tem explosão”…
Maaaaas, como Química sem explosão não é Química, lá vai um videozinho irreversível para vocês.
Reações “apresentadas” cientificamente no vídeo:
1. Gelo seco + água
CO2(s) + H2O(l) -> CO2(g) + H2CO3(aq) (o dióxido de carbono se expande e estoura a garrafa)
Obs.:O maluco do vídeo é realmente doido, a explosão é tão violenta que os pedaços de garrafa PET poderiam ter rasgado a pele dele. Não façam isso em casa, crianças!
2. N2(l) + H2O(l) -> N2(g) + H2O(l)
A água cede calor ao nitrogênio líquido (que está a bons -196ºC) e este se expande violentamente, principalmente se estiver contido em uma garrafa PET. 🙂
Esse também é perigoso, mas agora é mais pelo frio intenso do nitrogênio líquido que pode congelar uma mão e torná-la quebradiça (estão ligados no Exterminador do Futuro 2?).
3. H2SO4(l) + C12H22O11(s) -> 12 C(s) + 11 H2O(l) + calor
O ácido sulfúrico reage tão violentamente com a sacarose (açúcar) que promove uma rápida desidratação da molécula e a conversão da cadeia carbônica em um aglomerado amorfo de carbono na forma de carvão. Ah, sem contar no calor gerado.
Essa é fácil de fazer em casa, o problema é convencer o exército a deixar você comprar uma garrafa do perigosíssimo ácido sulfúrico. hehehe
Nem preciso dizer para não tentarem em casa, vocês não vão conseguir comprar o ácido.
4. KNO3(s) + C12H22O11(s) + H2O(l) -> K2CO3(s) +CO2(g) + N2(g) + H2O(g) + H2O(v) + calor
Essa dá para fazer com xarope de glicose (o famoso mel Karo), mas o problema é conseguir o nitrato de potássio. Também é um reagente controlado.
5. Na(s) + H2O (l) -> NaOH(aq) + H2(g) + calor
Essa é perigosíssima, pois o sódio metálico é muito reativo, principalmente com a água. Ele gera gás hidrogênio, que com o calor liberado inflama e aumenta ainda mais a explosão.
Hmmm, esqueci de listar algum experimento? Não!
É, não tem nenhum experimento seguro aí no vídeo. Mas, com certeza, vocês devem estar doidos para sair explodindo coisas por aí, né?
Bom, recomendo que vocês cursem Química, vai que vocês encontrem um professor doidão como o do vídeo (ou como eu) e consigam presenciar momentos épicos como os do vídeo. hehehe
Vi no SEM FOCO.
Vi numa postagem do meu colega Luis Brudna no ScienceBlogs.
Arthur Olsen, pesquisador no laboratório de Gráficos Moleculares no Scripps Research Institute, dá uma explicação bem legal sobre como isso funciona no vídeo acima.
Em poucas palavras, os pesquisadores estão basicamente modelando vírus como o HIV em impressoras 3-D, o que habilita-os a “segurar” os vírus patogênicos em suas mãos. Eles então modelam várias moléculas ligantes de proteínas ou enzimas, etc, em 3D e procuram qual a melhor forma de acoplá-las ao vírus.
Mas além disso, eles podem usar uma simples webcam e um programa de Realidade Aumentada que pode modelar a energia necessária para que certas ligações químicas se formem. Assim, os pesquisadores podem basicamente segurar um vírus e vários potenciais tratamentos diretamente em suas mãos, olhar para a tela do computador, e brincar com diferentes geometrias e energias atrativas para ver quais funcionam melhor.
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