Encontrei esse joguinho e gostei, é simples e auxilia no aprendizado da tabela periodica.
Chama-se “Proton Don”, e tem um simpático ratinho como apresentador das atividades. É possível jogar de duas maneiras: 1. O nome do elemento é fornecido e você tem que clicar na posição que ele ocupa na tabela periodica; 2. Um símbolo químico é fornecido e você tem que escrever o nome correto dele (em inglês, é facim, facim). Cada uma dessas duas atividades conta com três níveis de dificuldade: Most Common Elements (fácil), Common Elements (médio) e All Elements (difícil). Visite o site do jogo e divirta-se por alguns minutos, tenho certeza que você aprenderá finalmente onde fica cada elemento, e ainda pode aproveitar para memorizar os nomes deles em inglês. 😛Tag: educação digital
A minha amiga Valéria me deu a dica desse site interativo lançado pela Sociedade Brasileira de Química.
O nome dele é Quid+. Fui lá, dei uma olhada e gostei. Daí, resolvi compartilhar com vocês o link. Acessem o endereço http://quid.sbq.org.br e divirtam-se com atividades para aprendizado de Química.Resolvi testar esse negócio do formspring, vamos ver se é tão bacana como costumo ler em outros blogs.
Quem tiver paciência para digitar sua pergunta terá alguma resposta, mesmo que seja um simples “não sei”. Ta aí o widget do formspring, contate-me e vamos ver se a gente chega a um acordo quanto à sua pergunta.Estava de bobeira aqui em casa (mentira, estava preparando aulas mesmo) e lembrei dessa apresentação em PPT que eu preparei para um evento que sediamos na minha universidade no ano passado.
Decidi disponibilizar para vocês, espero que gostem.Trata-se de uma tentativa despretensiosa de abordar o trinômio CTS na educação em Química.
P.S.: A conversão que o posterous faz com o arquivo pptx pode não ser perfeita. 🙂
Clicando no link a seguir AQUI, você vai acessar um simples applet java que simula um fluido (líquido, gás, sólido, depende da temperatura e pressão que você escolher) composto por discos macios.
É como se a gente estivesse observando uma caixa contendo partículas atômicas (argônio, xenônio, etc) só que apenas em duas dimensões. Dá para usar esse programinha em uma aula de físico-química para ensinar sobre estados termodinâmicos da matéria apenas variando os valores das variáveis de estado (temperatura, densidade, pressão, número de átomos, etc). <Dr. Chatoff mode on> Apenas a título de informação, essa técnica de modelagem molecular é bem comum no meio acadêmico. Eu mesmo a conheço bem, visto que fiz doutorado em simulação de líquidos por dinâmica molecular. As partículas resumem-se a bolinhas que interagem umas com as outras por meio de potenciais aditivos aos pares, no caso desse applet usa-se o potencial de Lennard-Jones 12-6.![V(r) = 4epsilon left[ left(frac{sigma}{r}right)^{12} - left(frac{sigma}{r}right)^{6} right],](https://i0.wp.com/upload.wikimedia.org/math/3/2/2/322cc39097022640ec80fb402803e4c0.png)
Na equação acima, o parâmetro ε representa toda a parte eletrônica e nuclear do átomo, é chamado de parâmetro energético, polarizabilidade ou simplesmente “profundidade do poço de potencial”. O parâmetro σ representa a distância entre dois átomos do mesmo tipo na qual a energia potencial é zero. Representa o tamanho do átomo, tem valores grandes para átomos grandes (xenônio, por exemplo) e valores pequenos para átomos pequenos (hélio, por exemplo).
O parâmetro r representa a distância de separação entre os dois átomos. Se r for muito pequeno, o ramo de energia potencial repulsiva r−12 cresce absurdamente e as partículas tenderão a se repelir, se a distância r tornar-se muito grande, o ramo de energia potencial atrativa r−6 vai assumir maior valor e fazer com que as partículas voltem a se aproximar. Isso ajuda a representar as famosas forças de dispersão, conhecidas na Química como forças de Van der Waals.
Agora, voltando ao applet:
Escolha um conjunto de parâmetros (número de átomos, tamanho dos átomos, passo temporal e velocidade da animação – ambos têm a ver com as equações de movimento) e observe como as partículas saem de uma situação de ordem perfeita para uma situação de bagunça absoluta em pouquíssimo tempo. Se você achar que a coisa acontece rápido demais, pode usar o botão “slower” para observar a coisa com mais calma. Além disso, por mais lento que você faça a simulação acontecer, lembre-se que tudo acontece na escala dos femtossegundos (algo em torno de 0,000000000000001 segundos). Em outras palavras, muuuuuuuuuiiito rápido mesmo. É claro que esse tipo de simulação pode se tornar muito mais complicada do que o mostrado nesse applet. Na indústria farmacêutica é comum usar-se softwares mais complexos para investigar a interação de possíveis fármacos com sítios catalíticos de enzimas humanas ou de outros seres vivos. A utilidade disso é desenvolver novos medicamentos a um custo muito baixo. Além disso, teorias sobre o estado líquido da matéria são desenvolvidas com o auxílio desses softwares. Dá para aprender coisas bem legais com a DM (ou MD, na sigla em inglês – de Molecular Dynamics), e assim que for possível eu vou postar exemplos mais concretos aqui no blog. Peço desculpas aos leitores ocasionais pelo post mais técnico que o normal, mas me deu vontade de escrever sobre isso. 🙂
P.S.: Esqueci de colocar o link para o applet, mas agora já está corrigido. Divirtam-se.
O site de hoje é o Inovação Tecnológica. Eu conheço-o há um bom tempo, embora não seja um leitor assíduo.
É um site bem interessante sobre tecnologia, dividido em várias seções, com atualidades do meio científico, acadêmico e industrial. A maior vantagem (para aqueles com um pouco de preguiça de aprender outra língua) é que o site é totalmente em português. Siiiiimm, a língua de Camões impera nesse site. Não deixe para depois, visite-o sem demora no seguinte link e divirta-se. Para estimulá-los, eu selecionei uma notícia sobre a relação entre nanotecnologia e arte.Acho que todo mundo sabe, ou pelo menos deveria saber, que os líquidos constituem um estado físico intermediário entre o sólido e gasoso.
Em palavras bem cruas: sólidos cristalinos são altamente organizados e, portanto, rígidos e difíceis de fundir. Gases são altamente caóticos e com moléculas muitos afastadas umas das outras, sendo muito fácil aumentar sua temperatura. Os líquidos são mais organizados que um gás,as partículas estão mais próximas umas das outras e "sentem" a presença das moléculas da vizinhança. No entanto, a organização é menor quando comparamos a um sólido, sem falar nas distâncias entre moléculas, que são ligeiramente maiores. Embora tenhamos boas teorias para descrever o estado sólido e o estado gasoso, não temos teorias tão abrangentes para descrever o estado líquido. Para um professor é meio difícil explicar o que é estado líquido sem exibir algumas ilustrações ou até mesmo animações que caracterizem o estado líquido. Para ajudar nessa tarefa, recomendo um software bem simples, desenvolvido pelo “Center of Polymer Studies” da Boston University. Trata-se de um pequeno programinha que simula a água, que permite alterar parâmetros de temperatura e densidade e, principalmente, auxilia na visualização de moléculas de água em movimento. A base física do programa reside na Dinâmica Molecular, que trata as moléculas como esferas macias unidas entre si por potenciais harmônicos (sabem aquelas molas que se estudava em Física, pois é, esses são os potenciais harmônicos). As moléculas são postas em movimento usando-se equações de movimento de Newton, e qualquer computador caseiro consegue rodar uma simulação pequena como a do software em questão.
Clique nesse link, baixe o programinha Water Molecular Dynamics v1.1 , instale e comece a divertir-se com a água. O legal é que o seu computador não vai ficar molhado, a água é virtual. 🙂
A dica de hoje é, ao mesmo tempo, acerca de um site e de um conceito muito usado na área de educação e de informática:
Vou falar bem rapidamente sobre os mapas conceituais, ou como eles são mais conhecidos, mapas mentais.
Basicamente, os mapas conceituais são uma tentativa de expressar a maneira como o cérebro humano relaciona ideias, fatos, conhecimentos, etc.
No ensino de ciências, por exemplo, esses mapas são usados para traçar estratégias de ensino de um determinado conteúdo, mapeando-se os conteúdos e relacionando-os de forma estruturada.
Também podem ser usados para avaliar a compreensão dos estudantes acerca de um determinado conteúdo, solicitando-se que eles montem seus próprios mapas ao final do período em que se passou estudando aquele assunto.
Pode-se utilizar os mapas conceituais com o intuito de avaliar e quantificar o aprendizado.
Na área da informática, principalmente entre o pessoal que trabalha com programação, os mapas mentais são usados para relacionar partes de um programa entre si, de forma a elaborar estratégias que permitam chegar ao software final de forma eficiente.
Quem já fez algum curso de programação (FORTRAN77 o/, tá valendo) provavelmente usou algo parecido, chamado pelos professores de fluxograma. Um fluxograma não é exatamente um mapa mental, mas aproxima-se bastante de um.
Na área de publicidade, os mapas mentais podem ser usados como auxiliares do brainstorming, a fim de criar novas peças publicitárias, etc. (Não sou publicitário, então não vou ficar falando muito sobre o que eu não sei.)
E para deixar de enrolação, deixo com vocês a dica de um site que permite fazer um mapa conceitual (ou mental) sem a necessidade de instalação de nenhum software.
Acessem o site bubbl.us e comecem imediatamente a fazer o seu mapa mental.
É grátis, é rápido, você pode fazer um rápido cadastro e compartilhar seu mapa com colegas de trabalho/escola, pode salvar o mapa como figura e ainda pode enviá-lo por e-mail.
Esse post do Meio Bit fala um pouco mais sobre os mapas conceituais e dá algumas dicas valiosas de softwares para quem deseja se se aprofundar nessa técnica.
P.S.: Eu nem quis entrar em detalhes didático-pedagógicos sobre os mapas conceituais porque isso sairia do escopo desse blog. Aqui eu pretendo escrever as coisas de modo bem informal.








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