Tag: curiosidades

- C.I = corantes naturais
- C.II = corantes artificiais
- C.III = corantes sintéticos idênticos aos naturais
- C.IV = corantes inorgânicos
- C.V = corantes caramelo
- Tartrazina
- Amarelo Crespúsculo (nada a ver com os vampiros que brilham no escuro)
- Amaranto
- Ponceau 4R
- Vermelho 40
- Eritrosina
- Azul Indigotina
- Azul Brilhante
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- Verde Rápido
- Azul Patente V
- Azorrubina




E que diabos é um ferrofluido?
É um material inovador, com propriedades incomuns, formado por um líquido contendo microscópicas partículas ferromagnéticas dispersas nele. As partículas usadas são, normalmente, de magnetita ou óxido de ferro. Elas estão presentes nas fitas usadas antigamente nos videocassetes. (lembram? parece que foi no milênio passado que eles existiam) Como as partículas estão dispersas, são facilmente afetadas por campos magnéticos. E como o líquido usado normalmente é bastante viscoso, é difícil romper a tensão superficial dele. Quando um campo magnético é aplicado sobre o ferrofluído, o líquido viscoso e as partículas ferromagnéticas comportam-se como uma substância única, cuja forma é determinada pelo campo magnético aplicado. Nesta imagem o ferrofluido foi apoiado em uma base de vidro colocada sobre um ímã de terras raras (fonte: Wikimedia) Os ferrofluidos se originaram na década de 1960, em tentativas da agência americana NASA – National Aeronautics and Space Administration de criar combustíveis que pudessem ser controlados na ausência de gravidade. A solução encontrada foi moer partículas magnéticas e dispersá-las no combustível, de modo que ele pudesse ser direcionado por meio da aplicação de um campo magnético. Desde então, as técnicas de síntese se aperfeiçoaram, e hoje se produz fluidos magnéticos das mais diferentes características, usados em diversas aplicações tecnológicas e biomédicas. (FONTE: Wikipedia) Se você quiser fazer o seu em casa, pegue umas quatro fitas de videocassete (ou umas dez K7), retire toda a aquela parte marrom e flexível e dissolva em meio litro de acetona pura (essa vai ser difícil de conseguir, pois é uma substância controlada). Não esqueça de fechar o recipiente para a acetona não evaporar. Filtre a mistura com o auxílio de um papel-filtro e um ímã, a fim de que o sólido seja atraído pelo ímã. Deixe a acetona residual evaporar do pó de óxido férrico, misture o sólido a uns 5 mL de óleo de cozinha e voilá. (FONTE: http://hypescience.com/21749-faca-em-casa-o-curioso-ferrofluido/)Resolvi testar esse negócio do formspring, vamos ver se é tão bacana como costumo ler em outros blogs.
Quem tiver paciência para digitar sua pergunta terá alguma resposta, mesmo que seja um simples “não sei”. Ta aí o widget do formspring, contate-me e vamos ver se a gente chega a um acordo quanto à sua pergunta.Vamos dar uma pausa nos posts sérios?
Que tal mais um pouco de curiosidades?Fui lá no Learn Something Everyday
e achei essa informação:
TRADUÇÃO: “Um corpo humano mediano contém ferro suficiente para produzir um prego de 3 polegadas”.
Isso se deve ao fato de nosso sangue possuir muito ferro, sem ele a gente não conseguiria respirar adequadamente. <Dr. Chatoff mode on> No nosso sangue existe a famosa hemoglobina, responsável por capturar o oxigênio da respiração nos brônquios pulmonares e levá-lo até as células, onde ele é recebido pela mitocôndria e participa de uma séria de reações bioquímicas que resultam em calor e CO2. Querem conhecer a molécula na qual o Ferro do sangue fica “preso”? Eis o famoso grupo HEME, ou porfirina para os íntimos. <Dr. Chatoff mode off>Espero que tenham gostado dessa curiosidade, fiquem bem e até o próximo post (acho que vai ser um mais bem humorado).
E eis que surge mais um protótipo de veículo movido a hidrogênio
E não é um protótipo feioso e sem nenhuma apelo comercial, é um protótipo bem bonito e destinado a rodar pelas ruas das grandes cidades.
Ele é capaz de desenvolver velocidades em torno de 50 milhas por hora, rodando apenas com hidrogênio e utilizando-se de uma rede de células de combustível para deixar os motores mais poderosos.
Motores? Sim! Esse carrinho tem um motor para cada roda. E com apenas 2,2 libras de hidrogênio, ele é capaz de rodar até 240 milhas, tem capacidade para duas pessoas e é bem bonitinho.O custo dessa belezinha? Algo em torno de 200 libras ou 330 dólares americanos (por mês, ou você achou que algo tão bom ia sair tão barato?). FONTE:Engadget, Blog do Curso de Química da UNIFRA
Vi no Sedentário e resolvi postar aqui no blog essa animação interativa que nos permite viajar pelas escalas de tamanho da matéria do universo.
Vou copiar o texto do autor do post original, de autoria do Kentaro Mori, na sequência: <Kibe Mode On>Do menor comprimento físico observável, o comprimento de Planck, medindo 0,00000000000000000000000000000000001 metros; ao maior tamanho, o tamanho do próprio Universo estimado em 930.000.000.000.000.000.000.000.000 metros: são muitos zeros em uma diferença de magnitude difícil de compreender.
Ou talvez nem tanto. Em uma fantástica animação interativa em Flash, você pode viajar por todas as escalas do Universo, começando da espuma quântica na escala de frações de yoctometros, passando por átomos, moléculas, vírus, células, seres vivos, planetas, estrelas, nebulosas, galáxias, aglomerados, o agrupamento local, o universo observável e o próprio Universo, com tamanho medido em yottametros.
De 10^-35 a 10^26, é uma longa viagem, e você pode arrastar a barra com o mouse para navegar ou usar as teclas de direção do teclado se desejar mais precisão.
Como Phil “Bad Astronomer” Plait comentou, “minha parte favorita está no extremo menor, quando você precisa passar por várias potências de dez com nada acontecendo até o comprimento de Planck, a menor escala no Universo. É uma noção um tanto aterradora”.
Será mera casualidade que a maior parte dos objetos que ilustram as escalas do Universo se concentre nas escalas ao redor de nosso próprio tamanho? Teorias físicas sugerem que pode haver uma incrível complexidade em escalas próximas do comprimento de Planck, bem como resta quase literalmente um Universo a descobrir em escalas estelares, galácticas, de grande agrupamentos. São quase 60 potências de dez do mundo bem real em que vivemos disponíveis para exploração científica.
Como dizia Sagan, nós mal começamos a explorar as margens do oceano cósmico, que se estende tanto pelas estrelas quanto pelo interior dos átomos.
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<Kibe Mode Off> Não faz muito o meu estilo copiar na íntegra os textos dos outros, mas achei o texto bem escrito e acho que poderia estragá-lo se resolvesse editá-lo.





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