Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

A escala do Universo 2 – Animação Flash Interativa — 04/10/2012

A escala do Universo 2 – Animação Flash Interativa

Eu já postei um objeto virtual desse tipo antes (link), só que o anterior eu não consegui baixar.

Esse aqui vai ficar hospedado no meu blog, então vocês podem boltar aqui quantas vezes quiserem para usá-lo.

FONTE, (vi no facebook do meu ex-aluno e amigo Hilton Kunzler)

P.S.: Veja a animação anterior clicando neste link aqui.

 

NetLogo – Simulações para o ensino de ciências — 18/09/2012

NetLogo – Simulações para o ensino de ciências

aula 9.doc
Olá pessoal, ando meio sumido aqui do blog mas não esqueci dos meus fiéis leitores (eu acredito que devam existir alguns, hehehehe).
Ando mexendo com novos softwares para ensino de ciências e hoje gostaria de compartilhar com vocês algumas das minhas experiências.
Vocês já ouviram falar de “linguagens de programação educacionais”?
Não? Pois é, a linguagem de programação clássica dessa categoria de TIC é a LOGO.
Criada em 1967 pelo matemático Seymour Papert em co-autoria com  Wally Feurzeig.
Por ter trabalhado com Jean Piaget, a proposta da linguagem Logo é essencialmente construtivista.
Através de comandos simples, o usuário ordena a uma simpática tartaruga que se mova pela tela.
Por se tratar de uma linguagem interpretada, a tartaruguinha executa os comandos do usuário logo após ele ter terminado de digitar o mesmo.
O LOGO foi usado com bastante sucesso na investigação dos mecanismos mentais envolvidos na aprendizagem de crianças, mas também teve seu uso com jovens e até mesmo adultos.
O LOGO foi muito usado também no Brasil, sempre com o intuito de ensinar/investigar processos de aprendizagem.
Essa linguagem foi tão bem sucedida que teve diversos “filhos”.
É sobre uma das linguagens derivadas do LOGO original que eu vou falar nesse post.
Trata-se do NetLogoO NetLogo é um ambiente de modelagem programável multi-agente criado por Uri Wilensky
Ele tem sido usado por milhares de alunos, professores e pesquisadores ao redor do mundo e pode ser baixado gratuitamente a partir do site http:ccl.northwestern.edu/netlogo
Obviamente que o que mais me agrada no NetLogo é o aspecto de linguagem de programação. Mas não é esse o aspecto da linguagem que eu vou exaltar na postagem.
O NetLogo possui uma extensa biblioteca de modelos prontos, os quais vão desde áreas como a Biologia, passando por Química e Física, mas com bons modelos para ensino de Artes, Ciências da Computação, Economia, Geociências, etc.
Se você quiser, não precisa nem se aventurar a aprender a programar (embora seja isso o que mais me atraiu ao NetLogo), basta abrir a biblioteca de modelos e sair usando os modelos que ele oferece para fazer simulações com objetivo didático.
Assim sendo, vou compartilhar com vocês uma proposta de aula que fiz aos meus alunos:
Usar um modelo de disseminação do vírus HIV da biblioteca do NetLogo e usar os resultados para promover uma discussão sobre os impactos dos hábitos sexuais na propagação da síndrome da imunodeficiência adquirida.
No documento que vou anexar a seguir estão mais detalhes sobre o modelo. Não levem tanto a sério os resultados obtidos, pois o modelo (como todo modelo) é uma simplificação da realidade. Ele não leva em conta a transmissão do HIV por contato com agulhas contaminadas, por transmissão de mãe para filho durante o parto, por transfusão de sangue, etc. Ele considera apenas a transmissão por contato sexual.
É possível alterar o número médio de parceiros que um indivíduo pode ter, os hábitos de uso de preservativo, a probabilidade dos indivíduos realizarem testes para detectar a presença do vírus, o tempo em que as pessoas se mantém em um relacionamento, etc.
Acredito que a proposta foi bem aproveitada pelos meus alunos, pois eu os vi discutindo bastante durante a aula e eles compartilharam argumentos bem interessantes comigo.
Logo volto com novas propostas de softwares. Obrigado a todos!
Festival do Minuto – Crie seu vídeo com o tema “Ciência” e concorra a um laptop — 05/09/2012

Festival do Minuto – Crie seu vídeo com o tema “Ciência” e concorra a um laptop

Ciência é novo tema de concurso do Festival do Minuto 

 Participantes concorrem a seis laptops como prêmios

 O concurso tem apoio da FAPESP e as inscrições vão até o dia 27 de outubro

Acesse o site do concurso: 

http://www.festivaldominuto.com.br/contests/258?locale=pt-BR

 

Ciência. É só pensar no termo que já vem à cabeça um laboratório, um rato para experiências e um cientista maluco de avental branco? Pois ciência é muito mais do que essa visão estereotipada, já que nos deparamos com ela nas mínimas coisas do dia a dia – da lâmpada elétrica ao telefone celular, do banho quente aos tratamentos de saúde, da conservação ambiental ao uso da internet. Por isso, o termo pode trazer inúmeras ideias para criar belos vídeos de um minuto. É no que aposta o novo concurso do Festival do Minuto. 

Mas, afinal, o que é ciência? Mesmo que sua definição seja bastante abrangente, podemos dizer que ciência é o resultado do esforço humano para aumentar o que se sabe sobre determinado assunto com base em um método científico, ou seja, na observação, no questionamento e no raciocínio lógico. É desse conhecimento que resultam boa parte das descobertas e das invenções. Em resumo, ciência também é resultado da nossa criatividade.

Por isso, para participar do festival, nada melhor do que deixar a imaginação fluir sobre qualquer ciência, seja ela exata, humana ou sobre a vida. Ciência da computação, engenharia, física, matemática, química, zootecnia, botânica, biologia, antropologia… E, como sempre, valem vídeos de 60 segundos em qualquer formato: filmes de animação, vídeos feitos com câmeras digitais, celular, ipad etc. O que vale, mais uma vez, é a criatividade. O concurso segue aberto a pessoas de todas as idades, com inscrições até o dia 27 de outubro.

 

FAPESP: 50 anos de apoio à pesquisa

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) é uma das mais importantes agências brasileiras de apoio à pesquisa científica. Criada em 1962, a FAPESP, ao longo dos seus 50 anos, concedeu cerca de 105 mil bolsas de pesquisa – da graduação ao pós-doutorado – e apoio a mais de 92 mil auxílios para pesquisadores do Estado de São Paulo. O apoio é dado a pesquisas em todas as áreas das ciências, bem como tecnologia, engenharia, artes e humanidades. A FAPESP também apoia pesquisas em áreas consideradas estratégicas para o País, por meio de programas em grandes temas, como biodiversidade, mudanças climáticas e bioenergia.

Para saber mais, acesse www.fapesp.br.

 

Sobre o Festival do Minuto

O Festival do Minuto foi criado no Brasil, em 1991, e propõe a produção de vídeos com até um minuto de duração. É, hoje, o maior festival de vídeos da América Latina e também o mais democrático, já que aceita contribuições de amadores e profissionais, indistintamente. A partir do evento brasileiro, o Festival do Minuto se espalhou para mais de 50 países, cada um com dinâmica e formato próprios. O acervo do Minuto inclui vídeos de inúmeros realizadores que hoje são conhecidos pela produção de longas-metragens, como os diretores Fernando Meirelles (Cidade de Deus, O Jardineiro Fiel), Beto Brant (O Invasor, Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios) e Tata Amaral (Um Céu de Estrelas, Antônia).

Para saber mais, acesse www.festivaldominuto.com.br.

Bóson de Higgs foi anunciado hoje. Será? — 04/07/2012

Bóson de Higgs foi anunciado hoje. Será?

Em 1964, seis físicos teóricos propuseram a partícula que acabou levando o nome do Prof. Peter Higgs.

_57267337_c0106218-prof

Hoje, cientistas do Large Hadron Collider anunciaram uma nova partícula subatômica que é consistente com as previsões desses teóricos.

Esta é uma das maiores descobertas científicas do século XXI, até agora.

Mas o que é exatamente este “Bóson de Higgs”, e por que os físicos de partículas gastaram mais de 40 anos procurando por ela?

Buscando trazer mais informações aos leitores do blog, resolvi traduzir esse artigo “fresquinho” do site da BBC News.

F3r8skn95d5nbrjvkp34u0v2h

  • O QUE É O BÓSON DE HIGGS?

A partícula só existe nas mentes dos físicos teóricos. Existe uma teoria “robusta” acerca de como o Universo funciona – todas as partículas que produzem átomos e moléculas e toda a matéria que nós vemos, muitas das forças que os governam, e uma pequena coleção de partículas ainda mais exóticas. Esse é o chamado “Modelo Padrão”.

Entretanto, existe um buraco evidente na teoria: ele não explica como é que algumas das partículas ganham sua massa. O mecanismo de Higgs foi proposto em 1964 por seis físicos, incluindo o teórico de Edimburgo Peter Higgs, como uma explicação para preencher esse ‘buraco.

  • QUER ENTENDER MELHOR O ASSUNTO?

ACOMPANHE A ANALOGIA A SEGUIR:

Img1

A melhor teoria dos cientistas para explicar porque coisas diferentes possuem massa é o “campo de Higgs” – onde a massa pode ser percebida como uma medida da resistência ao movimento. O “campo de Higgs” é exibido aqui como uma sala cheia de físicos conversando entre si.

Img2

Um cientista bem conhecido entra na sala e causa uma grande agitação – atraindo admiradores a cada passo e interagindo fortemente com eles – assinando autógrafos e parando para conversar com cada um.

Img3

À medida que ela torna-se rodeada por seus ‘fãs”, ela encontra mais resistência para se mover ao longo da sala – nesta analogia, ela adquire massa devido ao “campo” de fãs, com cada fã atuando como um bóson de Higgs.

Img4

Se um cientista menos popular entra na sala, apenas uma pequena parcela de público é arrecadada, com ninguém clamando por atenção. Ele sente que é mais fácil se mover ao longo da sala – por analogia, sua interação com os bósons é menor, e então ele tem uma massa menor.

FONTE DAS IMAGENS: CERN/UCL via BBC News

  • POR QUÊ A MASSA É TÃO IMPORTANTE?

Massa é, de forma bem simples, uma medida de quanta coisa um objeto – uma partícula, uma molécula ou um Yokshire Terrier – contém. Se não fosse pela massa, todas as partículas fundamentais que geram os átomos e os cãezinhos Terrier poderiam ficar zanzando por aí à velocidade da luz, e o Universo como nós o conhecemos poderina nunca ter se consendado em forma de matéria.

O mecanismo de Higgs propõe que existe um campo permeando o Universo – o campo de Higgs – que permite às partículas obter sua massa. Interações com o campo – com os bósons de Higgs que vêm de lá – têm o propósito de dar massa às partículas. Isso não é diferente de um campo de partículas de neve, no qual a marcha impede o progresso; seus sapatos interagindo com as partículas de neve diminuem sua velocidade.

  • POR QUÊ OS CIENTISTAS PROCURAM PELO BÓSON DE HIGGS?

Ironicamente, o Modelo Padrão não prevê uma massa exata para o bóson de Higgs, Aceleradores de partículas tais como os do LHC são usados para procurar sistematicamente pela partícula ao longo de uma faixa de massas onde ele pode plausivelmente estar. O LHC trabalha colidindo e ‘esmagando’ dois raios de partículas sub-atômicas chamadas prótons (ou protões, para os meus colegas portugueses) a velocidades próximas à da luz. Isso gera um vasto ‘chuveiro’ de partículas que são criadas apenas em condições de altas energias.

O bóson de Higgs provavelmente nunca poderá ser observado diretamente, mas os cientistas no LHC têm procurado por um que fugazmente possa existir nessa sopa de partículas. Se ele se comportar como os pesquisadores pensam que ele o fará, ele deveria posteriormente decair em uma série de outras partículas, deixando um rastro que prova a sua existência.

O LHC não é a primeira máquina que procura pela partícula. Outra, de nome LEP, que também funcionou no CERN de 1989 a 2000, descartou a partícula até uma certa faixa de massas, e até o seu desligamento em 2011, o acelerador Tevatron procurou pela partícula numa faixa superior de massas. Na segunda-feira, o time do Tevatron liberou sua análise final, que tentadoramente aponta para uma partícula muito parecida com aquela que os dados do LHC sugerem.

  • QUANDO NÓS SABEREMOS SE ELA FOI REALMENTE ENCONTRADA?

Os físicos de partículas são notoriamente conservadores quando se trata de dize se eles encontraram algo. Se você jogar uma moeda 10 vezes e conseguir 8 coroas, você poderá pensar que a moeda está de alguma forma ‘viciada’. Mas apenas após centenas de jogadas você poderá afirmar isso com um tipo de certeza que os físicos requerem para uma descoberta “formal”.

O primeiro obstáculo é definitivamente determinar a massa da partícula – fazendo um confronto entre grupos de dados – e esta parte está quase concluída. A próxima etapa é certificar-se de que a partícula se comporta como a teoria prediz – como ela interage com outras partículas e como ela decai em outras partículas mais. Esta é a última fronteira da física de altas energias e uma completa e certa entrada no Modelo Padrão está provavelmente um pouco longe de acontecer. 

  • ENTÃO QUANDO?

Muitos físicos profissionais poderiam dizer que encontrar o bóson de Higgs na precisa maneira que a teoria prediz poderia ser um verdadeiro desapontamento. Projetos de larga escala tais como o LHC são construídos com o objetivo de expandir o conhecimento, e confirmar a existência da partícula exatamente onde nós esperávamos, enquanto poderia ser um grande triunfo para nossa compreensão da física, poderia ser muito menos excitante do que não encontrá-la. São esses tipos de surpresas que têm levado a revoluções na ciência.  

Fiquemos tranquilos, embora – se o padrão continuar e essa versão mais simples do bóson de Higgs tomar o lugar de honra no Modelo Padrão, muitas grandes questões permenecem. Afinal de contas, o Modelo Padrão explica a matéria como nós a conhecemos, mas existe muita razão para acreditar que a matéria ocupa apenas 4% do Universo observável. O resto – matéria escura e energia escura – pode se provar ainda mais difícil de definir. É como se nós estivéssemos próximos a completar um lado de um cubo de Rubik e sendo lembrados de que as outras cinco faces ainda estão bagunçadas. 

Fig5

• O Modelo Padrão é o mais simples conjunto de ingredientes – partículas elementares – necessários para criar o mundo como nós vemos.

 Quarks são combinados para produzir, por exemplo, os prótons e os nêutrons – os quais formam os núcleos dos átomos hoje – embora combinações mais exóticas existissem nos primeiros dias do Universo.

• Léptons existem em versões carregadas ou neutras; elétrons – são os létons carregados mais familiares – junto com os quarks produzem toda a matéria que podemos ver; os létons neutros são os neutrinos, que raramente interagem com a matéria.

 As “forças motrizes” (force carriers) são partículas cujos movimentos são observados como forças familiares, tais como as que estão por trás da eletricidade e luz (eletromagnetismo) e decaimento radioativo (força nuclear fraca).

 O bóson de Higgs surgiu porque apesar do Modelo Padrão se sustentar razoavelmente bem, nada requer que as partículas possuam massa; para uma teoria mais completa, o bóson de Higgs – ou algo além – precisa preencher essa lacuna.

 

P.S.: E porque ela é chamada de “Partícula de Deus”? 

Segundo essa outra fonte:

O bóson de Higgs é chamado de “Partícula de Deus” por causa de um livro que teve o título trocado. O Prêmio Nobel de Física, Leon Lederman, queria chamá-lo de “The Goddamn Particle” (“a partícula maldita”), por ser difícil de encontrá-la. O editor tirou o termo “damn” e colocou o título de “The God Particle”, já que temia que a palavra “maldita” fosse considerada insultante.

Resumão de física das partículas — 25/06/2012

Resumão de física das partículas

56511-quantum-physics

Vi no Physics vy Valmis.

Flash mob de cientistas dançantes — 23/06/2012

Flash mob de cientistas dançantes

Tem explicação? Claaaaaro que não, mas é justamente isso que faz desse vídeo algo legal de ser compartilhado.

O vídeo foi gravado durante o Festival Britânico de Ciências, que no ano em que o vídeo foi gravado aconteceu na Aston University.

Mais sobre o festival pode ser lido aqui:

http://www.aston.ac.uk/british-science-festival

http://www.britishscienceassociation.org.

Agora a coisa ficou séria —

Agora a coisa ficou séria

527581_382874865095240_1042252639_n

Vi na página do 1DegreeBio no facebook.

A revista ciência hoje libera seu conteúdo completo por 30 dias — 15/06/2012

A revista ciência hoje libera seu conteúdo completo por 30 dias

Acervo completo da revista Ciência Hoje estará disponível gratuitamente em formato digital por um mês, em comemoração ao aniversário do Instituto Ciência Hoje.

Isso sim é que é presente. Para comemorar os 30 anos do ICH e da revista Ciência Hoje, o Instituto lança um acervo digital com todas as edições da publicação. E o melhor: o acesso a esse material será gratuito até a metade de julho.

 

30 anos de ciência digitalizados

Com o novo acervo digital, o leitor poderá acessar todas as edições da CH digitalizadas, desde seu primeiro número. São milhares de páginas e mais páginas de ciência publicadas ao longo das últimas três décadas.

Para ter acesso a todo esse material de enorme importância histórica, científica e para a divulgação da ciência no Brasil, não é preciso, a princípio, senha ou cadastro. Basta clicar nolink no fim desta página ou no botão disponível na página da revista na CH On-line.

Após esse primeiro mês de acesso liberado, o acervo digital passará a estar disponível apenas para assinantes da edição impressa, em pacotes especiais que ainda serão anunciados. O sistema de acervo digital é o mesmo utilizado pela revista Ciência Hoje das Crianças desde fevereiro deste ano.

FONTE via Canal do Ciência Hoje no Facebook

 

8 coisas muito antigas que ainda funcionam —

8 coisas muito antigas que ainda funcionam

Já ouviu aquela frase “Não se fazem mais aparelhos como antigamente”? Pois é, esta lista é uma prova de que isso pode ser verdade. Ela apresenta oito coisas construídas há pelo menos 50 anos (algumas há bem mais que isso) e que ainda funcionam perfeitamente. Você acredita que daqui um século iremos encontrar uma lâmpada que ainda se mantenha acesa? Ou uma geladeira que ainda possa ser usada? Faça suas apostas e espere pra ver. Enquanto isso, conheça os “sobreviventes”:

1. Lâmpada mais antiga do mundo

Há quanto tempo funciona: 111 anos

O que tem de mais legal: A façanha de funcionar por mais de um século já é impressionante, mas o mais bacana é que a lâmpada é tão carismática que tem até um fã clube com milhares de membros e seu próprio site. E não é para menos, afinal ela fica ligada constantemente desde 1901 e o maior tempo que já permaneceu desligada foi de apenas uma semana. Outra fato curioso é que ela foi desenhada por Adolphe Chaillet, que, apesar de não ser famoso, competia com nomes como Thomas Edison no quesito criação da “melhor lâmpada”.

Onde fica: No Posto de Bombeiros 6, em Livermore, no norte da Califórnia.

Fonte

2. Aspirador de pó mais antigo do mundo

Há quanto tempo funciona: 108 anos

O que tem de mais legal: Mesmo funcionando por tanto tempo, o aspirador quase foi parar em um aterro sanitário depois de ser descartado pela fábrica onde o britânico Harry Cox trabalha. Se não fosse a paixão dele por coisas antigas, esta relíquia poderia estar perdida. A esposa de Harry também não se entusiasma muito com o objeto e prefere limpar a casa com um modelo mais moderno…

Onde fica: A fábrica de onde o aspirador foi “resgatado” fica na cidade de Manchester, no Reino Unido.

Fonte

3. Geladeira em funcionamento há 77 anos

Há quanto tempo funciona: 77 anos

O que tem de mais legal: A geladeira “Frigidaire”, modelo de 1935, não recebe nenhum tipo de manutenção há mais de 30 anos. O refrigerador foi comprado durante a Grande Depressão pela família de Rosemary Kinghorn e continua funcionando sem parar até hoje. Na época, esperava-se que a geladeira fosse valer o alto investimento, mas ninguém imaginava que ela ainda funcionaria tantos anos depois. Rosemary herdou o aparelho de sua sogra, quando ela morreu em 1957.

Onde fica: Na cozinha da casa de Rosemary Kinghorn, na cidade de Marchmont, em Edimburgo.

Fonte

4. Computador mais antigo do mundo

Há quanto tempo funciona: 54 anos

O que tem de mais legal: Apesar de ter sofrido algumas alterações para continuar rodando, o computador FACOM 128B ainda tem o mesmo sistema core de quando foi feito! A máquina foi construída em 1958 e, acredite, tem menos poder de cálculo do que uma simples calculadora.

Onde fica: O computador ocupa cerca de 700 metros do espaço do Salão Memorial Ikeda, no Japão.

Fonte

5. Robô humanóide mais antigo do mundo

Há quanto tempo funciona: 62 anos

O que tem de mais legal: Depois de passar 45 anos sem uso na garagem de seu criador, o robô George voltou a ter “vida” em 2010. Um dos primeiros robôs humanóides britânicos, ele foi construído pouco depois da Segunda Guerra Mundial com apenas 20 dólares. O ex-oficial da Força Aérea Real do Reino Unido Tony Sale, com apenas 19 anos, usou a sucata de metal de um avião bombardeiro acidentado para construir o robô, que surpreendeu na época por conseguir andar. Há dois anos, Tony resolveu “ressuscitar” George. Foi preciso apenas duas baterias novas e uma lubrificada em suas articulações. #HugoCabretfeelings.

Onde fica: Na casa do britânico Tony Sale.

Fonte

6. TV mais antiga da Grã-Bretanha

Há quanto tempo funciona: 76 anos

O que tem de mais legal: A TV Marconi tipo-702, construída em 1936, foi comprada por menos de 100 libras apenas 3 semanas depois que as transmissões televisivas começaram na Grã-Bretanha. Infelizmente, o Sr. Davis, comprador do aparelho, teve má sorte: o transmissor local queimou três dias depois da compra e sua área ficou sem receber imagens por dez anos. Isso é que é azar… Mas, o pouco uso deixou o televisor em bom estado. Somente 30% de seus componentes foram trocados.

Onde fica: A televisão está sendo leiloada na Grã-Bretanha.

Fonte

7. Cinema mais antigo do mundo em funcionamento

Há quanto tempo funciona: 103 anos

O que tem de mais legal: Duas Guerras Mundiais não impediram que o cinema Kino Pionier continuasse funcionando. O cinema, inclusive, foi imortalizado por Konstanty Ildefons Galczynski no poema “Pequeno Cinema” (“Little Cinema”, no original), em 1947: o poeta descreveu o Kino Pionier como “o melhor pequeno cinema em que qualquer pessoa pode se esquecer de tudo”. O atual dono, Jerzy Miskiewicz, assumiu o comando em 1999 e desde lá tem investido pesado para modernizar o local. Em 2005, o Kino Pionier foi considerado o mais antigo cinema em funcionamento pelo Guiness Book.

Onde fica: Na cidade de Szczecin, na Polônia.

Fonte

8. Carro mais antigo do mundo

Há quanto tempo funciona: 128 anos

O que tem de mais legal: O carro construído em 1884, na França, foi vendido em outubro de 2011 por nada menos que 4,6 milhões de dólares em um leilão. Apelidado de “La Marquise”, o automóvel foi feito originalmente para o conde francês De Dion, um dos fundadores da empresa que o construiu. O carro demora cerca de 30 minutos para conseguir trabalhar com uma potência suficiente para dirigi-lo. E até que ele não anda devagar: a velocidade máxima já atingida foi de pouco mais de 61km/h.

Onde fica: O nome e a localização do comprador do carro não foram revelados.

Fonte

Agora, conte pra gente: qual é o seu objeto mais antigo?

Site do Instituto Ciência Hoje — 13/06/2012

Site do Instituto Ciência Hoje

Para marcar o aniversário de 30 anos do ICH, a ‘Ciência Hoje On-line’ lança uma nova área, que passa a reunir todas as informações sobre o Instituto: novidades, eventos, materiais históricos e informações sobre suas parcerias, prêmios e publicações.

O-instituto-abres-as-portas

http://cienciahoje.uol.com.br/instituto-ch

Vale o clic!