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Freddie Mercury, hehehehehe!
Oooooops, Freddie errado!
9GAG, a maior perda de tempo institucionalizada das internerds!
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Freddie Mercury, hehehehehe!
Oooooops, Freddie errado!
9GAG, a maior perda de tempo institucionalizada das internerds!
Vi no Sedentário & Hiperativo.
A Angewandte Chemie IE, esse fantástico periódico, está oferencendo por tempo limitadoacesso livre a alguns dos seus artigos.
O link para acessá-los é esse aqui: http://onlinelibrary.wiley.com/journal/10.1002/(ISSN)1521-3773/issues
Nesse outro link, tem uma edição de janeiro de 2012 com todos os artigos liberados.
Como eu aprendi em uma disciplina de seminários muitos anos atrás (com o Prof Jairton) esse periódico tem os famosos highlights.
Esses highlights são artigos curtíssimos, escritos por pesquisadores renomados em suas áreas e sempre sobre os mais recentes avanços na área de Química (trending topics).
E, aproveitando o post, aproveito para divulgar o acesso livre a artigos selecionados da área de catálise publicados pela Wiley.
Clique na URL encurtada a seguir: http://tiny.cc/catalysishotApril12
Espero que curtam a dica…
Abraços digitais!
UK doctoral training centres prepare students to run a lab — or work outside academia.
Not so long ago, doctoral students were viewed as the galley slaves of the scientific world, spending long hours in the lab for a meagre wage and the promise that three precious letters — PhD — would eventually burnish their name.
But that attitude has changed. Recognizing that few graduates spend their entire careers at the bench, research funders and education authorities are reshaping the PhD to train students in non-science skills such as networking as well as research. One of the most radical expositions of this philosophy is unfolding in the United Kingdom, where PhD students are increasingly coming out from under the wing — and the shadow — of a PhD supervisor. Instead of being trained individually in one academic’s research group, they are being taught in cohorts in a doctoral training centre (DTC) — a university-based hub focusing on highly specific areas, such as chemical synthesis or nuclear fission. DTC courses last four years rather than the three of a standard UK PhD, and include formal coursework as well as lab experience.
Britain’s main physical-sciences funding body, the Engineering and Physical Sciences Research Council (EPSRC), has opened more than 50 DTCs, most of them in 2009. This year, for the first time, it has funded more students through centres than through research grants (see ‘Training in transition’). Some academics worry that the centre-based approach will squeeze blue-sky research out of PhD programmes — and deprive senior scientists of eager assistants. But delegates gave positive reviews of the DTC model last month at a meeting in London organized by Vitae, a government-funded group based in Cambridge that pushes for improved researcher training.

UK PhD students will augment lab skills with business acumen.
“The world of research is changing, has changed and will continue to change. I see centres as being a way that we respond to that,” says Neil Viner, associate director of the EPSRC. Other British funding agencies are now following the EPSRC’s lead, and several funders abroad are either considering adopting similar systems, or already working on it.
Rudiger Woscholski, deputy director of Imperial College London’s Institute of Chemical Biology DTC, says that the centre’s students are far better equipped than traditional PhD students to collaborate with other labs and with industry. Arieh Iserles, co-director of the Cambridge Centre for Analysis at the University of Cambridge, adds that the four-year DTC programmes also leave graduates better prepared for postdoctoral work.
Similar schemes have been launched by other UK research councils, such as the Biotechnology and Biological Sciences Research Council (BBSRC), which sponsors doctoral training partnerships in which partner institutions receive grants to coach cohorts of students for four years. Although the partnerships do not create centres as such, they are designed to build a structured doctoral training environment. Celia Caulcott, director of innovation and skills at the BBSRC, points out that the councils are also keeping other funding routes open. Students can still pursue focused research-based degrees, she says, and universities that fail to become partners can still maintain PhD programmes funded by block grants based on their research income.

Other nations are closely watching Britain’s PhD reform. Lidia Borrell-Damian, senior programme manager for research and innovation at the European University Association in Brussels, says that there has been a Europe-wide move towards more formalized PhD training and stronger links with industry. Germany, for example, has begun to shift its PhD programmes to a model that increases institutional oversight and aims to prepare students for the wider world of work (see Nature472, 276–279; 2011). The United Kingdom, adds Borrell-Damian, is a leader in many other innovative aspects of PhD reform, such as co-supervision with an academic and an external supervisor.
“In the years to come almost all universities in Europe will have to some extent a graduate school or a doctoral school,” she says. “That is unstoppable.”
Original encontra-se aqui via Canal Fala Química do facebook.
Vi essa animação produzida pela NASA AQUI.
Ingredientes:
Procedimento Experimental:
Se você quiser, dá para fazer com banana ou outras frutas, desde que estejam bem esmagadas e que possam ser misturadas com os ingredientes acima mencionados.
<Dr Chatoff mode on>
<Dr Chatoff mode off>
Vi no SemFoco.com.
Em primeiro lugar, preciso apresentar a Khan Academy a quem ainda não a conhece.
Segundo o site da Fundação Lemann, responsável pela vinda do projeto ao Brasil:
A Khan Academy é uma organização não governamental que tem como objetivo contribuir para a melhoria da educação por meio de vídeo-aulas online disponibilizadas gratuitamente. Além dos vídeos, o site conta com um módulo de exercícios e um painel que permite ao usuário acompanhar seu desempenho. Todo conteúdo é aberto.
A Fundação Lemann, em parceria com o Instituto Natura e o Instituto Península, está trazendo a Khan Academy para o Brasil, traduzindo os vídeos de Aritmética, Biologia, Química e Física para o português e levando a ferramenta para escolas públicas.
A Fundação Lemann, em parceria com o Instituto Natura e o Instituto Península, está levando a ferramenta Khan Academy para as escolas públicas. Inicialmente, será um projeto piloto em 6 turmas de 5º ano (antiga 4ª série) de escolas municipais de São Paulo. O objetivo é contribuir para a melhoria do desempenho dos alunos em Aritmética e experimentar a metodologia em sala de aula, com a contribuição dos professores. No segundo semestre, a experiência deve ser levada a mais 15 escolas, totalizando 1000 alunos beneficiados.
No mês de Janeiro de 2012 saiu uma matéria na Veja falando sobre o trabalho do professor Salman Khan. Quem tiver interesse em ler, o artigo da Veja está aí abaixo:
A revista Exame publicou outra matéria sobre Salman Khan, a qual pode ser lida a seguir.
Feitas as devidas apresentações, trago a vocês o link do canal de vídeos da Khan Academy dublados em português.
Acesse, assine e comece agora mesmo a estudar online tópicos de aritmética, química, física e biologia.
E o que é melhor, com a didática impecável do “melhor professor do mundo”!
Ah, e segundo o Cardoso no seu post para o Meio Bit, saiu um app para iPad que dá acesso a todo o material da Khan Academy, com direito a planos de estudo pré-determinados ou aprendizagem de assuntos de forma aleatória.
Pessoal, peço que visualizem essa obra de arte dinâmica que é o vídeo divulgado pela NASA.
Trata-se de uma explosão solar capturada no dia 6 de Março de 2012.
Mais precisamente, a explosão solar X5.4 foi capturada pelo Solar Dyanamics Observatory (SDO) nos comprimentos de onda de 171 e 131 angstrom.
Uma das facetas mais dramáticas é a forma como toda a superfície do sol parece ondular com a força da erupção.
Este movimento vem de algo chamado ondas EIT – esse nome é devido ao fato de elas terem sido descobertas com o telescópio Extreme Ultraviolet Imaging Telescope (EIT) no Observatório Solar Heliosférico (SDO).
Como o SDO captura imagens a cada 12 segundos, ele foi capaz de mapear a evolução completa dessas ondas e de confirmar que elas podem viajar de um lado ao outro do Sol.
As ondas se movem a um milhão de milhas por hora, propagando-se de um lado ao outro do Sol em mais ou menos uma hora.
O filme mostra duas ondas distintas. A primeira parece se espalhar em todas as direções, a segunda é mais estreita, movendo-se em direção sudeste.
Tais ondas são associadas com, e talves desencadeiem, rápidas ejeções coronais em massa, então é provável que cada uma esteja conectada a uma de duas emissões de massa coronais que aconteceram em 6 de Março.
Vi a dica de post no facebook do Prof João Mattar e resolvi compartilhar com vocês aqui pelo blog.
Segue a notícia no original:
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Brasil publicou na terça-feira (13/03) o estudo “Ensino Médio: Proposições para Inclusão e Diversidade”. O documento oferece subsídios aos gestores públicos da educação básica para a formulação de políticas e ações de expansão do ensino com qualidade.
A síntese é dividida em: legislação e normas nacionais para o ensino médio; estudos e informações oficiais e não oficiais sobre o ensino médio; questões relevantes e perspectivas para um ensino médio público de qualidade e recomendações aplicáveis às políticas e ações nacionais; considerações finais e recomendações.
Para ler a íntegra do estudo, clique aqui.
Na sequência do post eu disponibilizo o arquivo PDF da UNESCO.
EDIT: agora vai o arquivo pdf correto!
Corram, é por tempo limitado!
Basta acessar: http://dmmsclick.wiley.com/share.asp?m=hbmcw46yuo7e3q6nz8fd
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