Simples assim, é só acessar http://eng.thesaurus.rusnano.com/toc/ e sair pesquisando.
A dica de hoje é bem simples, vou indicar um link com centenas de exercícios interativos da área de Química Orgânica.
Acesse http://www2.chemistry.msu.edu/faculty/reusch/VirtTxtJml/Questions/problems.htm e divirta-se.
Boa semana a todos!
CHIPS é um software de resolução de problemas de Química verdadeiramente interativo, desenvolvido para ajudar estudantes na aprendizagem dessa ciência.
Não é simplesmente um software do tipo “diga-se sua resposta e eu direi se está certa ou não”, mas um no qual um personagem animado, Dr. Chip, realmente guia os estudantes passo a passo através do processo de organizar e resolver problemas de Química Geral, tal como se costuma fazer em sala de aula.
Em adição à informação contida em cada problema (que pode ser arrastada e solta nos espaços destinados à resolução), os estudantes têm acesso também a menus drop-down de constantes, fatores de conversão, massas molares, e equações.
Eles permitem fazer escolhas, cometer erros e obter uma resposta imediata do Dr Chip a cada passo da resolução. A versão atual do CHIPS contém problemas da maioria dos tópicos da área de um curso de Química Geral típico, incluindo escrita e balanceamento de equações químicas, estequiometria, termoquímica, estrutura molecular e atômica, e leis dos gases.
Você pode baixar o CHIPS aqui.
É isso mesmo, com o pipe você faz o upload de um arquivo de até um 1 Gigabyte e envia o link para que um contato seu no facebook possa fazer o download.
A única complicação possível é exigir que a pessoa tenha um perfil nessa rede social, mas em se tratando de Terra Brasilis, isso não parece ser muito problemático. (Facebook is the new Orkut, right?)
O que acontece se um pedaço de carvão for jogado em um vasilhame contendo oxigênio líquido?
Ora, carvão é carbono amorfo – C(s) – e oxigênio líquido é a molécula de O2 em estado líquido (-182,96ºC).
O carvão está a temperatura ambiente (vamos dizer 20ºC), o que rende uma diferença de temperatura de aproximadamente 160ºC.
Para o pobre oxigênio líquido, é como se o pedaço de carvão estivesse muito quente, quente o suficiente para iniciar a combustão.
E é o que acontece no vídeo abaixo, só que o pessoal ainda filmou em câmera lenta o processo.
Eu achei bem interessante (pra não abusar da palavra “divertido’).
Não bastasse o excelente site do meu colega Luis Brudna (tabelaperiodica.org), o pessoal da também excelente página Química Analítica Qualitativa Inorgânica UFRJ lançou uma dica lá no facebook, a qual repasso alegremente com vocês.
O site de hoje é o Periodic Table of Elements, sediado na Rússia. A cara dele é bem simples, veja aí abaixo uma captura de tela.
Mas o que eu achei legal nele é que ao clicar em um elemento, você recebe uma página contendo várias fotos do mesmo elemento químico em diferentes apresentações.
Então, para aqueles que têm curiosidade sobre a “cara” dos elementos, recomendo que visitem esse site para saciar essa sede de conhecimento.
A imagem acima é o resultado de uma observação direta de um orbital atômico de um elétron – uma função de onda atômica real! Para capturar a imagem, pesquisadores utilizaram um novo microscópio quântico – um novo dispotivo que literalmente permite aos cientistas penetrar no reino quântico.
A estrutura de um orbital é o espaço em um átomo que está ocupado por um elétron. Mas quando tentam descrever as propriedades super-microscópicas da matéria, os cientistas têm se baseado nas funções de onda – uma forma matemática de descrever estados difusos (fuzzy) de partículas, em particular aqueles que apresentam coordenadas espaciais e temporais.
Tipicamente, físicos quânticos usam equações como a de Schrödinger para descrever esses estados, normalmente fazendo surgir números complexos e gráficos mais complexos ainda.
Até esse ponto, os cientistas nunca tinham conseguido observar realmente a função de onda. Tentando capturar um vislumbre da exata posição de um átomo ou o momentum de seu único elétron tem sido como tentar capturar um enxame de mosquitos com uma mão; observações diretas têm a desvantagem de perturbar a coerência quântica. O que tem sido requerido para capturar um estado quântico completo é uma ferramenta que pode estatisticamente realizar a média sobre muitas medidas feitas ao longo do tempo.
Mas como magnificar os estados microscópicos de uma partícula quântica? A resposta, de acordo com um grupo de pesquisadores internacionais, é o microscópio quântico – um dispositivo que usa a microscopia de fotoionização para visualizar estruturas atômicas diretamente.
A pesquisadora Aneta Sotolna (Institute for Atomic and Molecular Physics – Holanda) escreveu para o Physical Review Letters, descrevendo como ela e seu grupo mapearam a estrutura nodal de um orbital atômico de um átomo de hidrogênio colocado em um campo elétrico estático (corrente contínua).
Após bombardear o átomo com pulsos rápidos e alternados de laser, os elétrons ionizados escaparam e seguiram uma trajetória particular para um detector 2D. Existem muitas trajetória que podem ser tomadas pelos elétrons para atingir o mesmo ponto no detector, assim fornecendo aos pesquisadores com um conjunto de padrões de interferência – padrões que refletem a estrutura nodal da função de onda.
E os pesquisadores conseguiram fazer isso usando uma lente eletrostática que magnifica a onda eletrônica que sai mais de 20.000 vezes.
Imagem: Exemplos de quatro estados quânticos do átomo de hidrogênio. A coluna central mostra as medidas experimentais, enquanto a coluna à direita mostra a resolução da equação de Schrödinger dependente do tempo – e eles concordam muito bem.
Olhando adiante, os pesquisadores planejam usar a mesma tecnologia para observar como os átomos reagem a um campo magnético.
Você pode ler o estudo completo na Physical Review Letters: “Hydrogen Atoms under Magnification: Direct Observation of the Nodal Structure of Stark States.”
Fontes suplementares: Physics World, American Physical Society.
Imagens: APS/Alan Stonebraker.











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