Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

Astrônomos descobrem primeira prova direta da expansão do Universo — 24/03/2014

Astrônomos descobrem primeira prova direta da expansão do Universo

A comunidade Física está alerta, pois no dia 17 de março de 2014 uma equipe de Harvard anunciou que encontrou a primeira evidência direta da expansão do universo que ocorreu logo após o Big Bang.

É mais uma prova de que o Big Bang realmente foi o começo de tudo.

A descoberta em si é um pouco difícil e pode “fundir a cuca”, dado que ela pode explicar o início da existência do universo. Astrônomos descobriram especificamente uma pequena torção de luz chamada de modo-B de polarização primordial (êta nome difícil).

Esse nome é devido ao efeito de turbilhão que ondas de gravitação enormes provocam em fótons que escaparam do Big Bang e serve como uma prova de que as ondas gravitacionais realmente existem.

Da forma que a compreensão das origens do universo vai, isso é uma grande descoberta. Alguns dizem que esse achado é tão importante quanto a descoberta do bóson de Higgs ocorrida em 2012.

Einstein, sendo quem era, previu tudo isso em 1916. Sua teoria da relatividade geral hipotetizou que essas ondas gravitacionais existem como ondulações no tecido espaço-tempo, e os cientistas têm tentado desde então provar sua existência.

Se ondas gravitacionais existem, isso significa que a expansão rápida do universo nos momentos logo após o Big Bang realmente aconteceu.

O efeito é um pouco semelhante à maneira como as ondas se formam na superfície quando você larga uma grande pedra em um lago. Entretanto, você também tem que imaginar que o Big Bang formou também o lago (além das ondas).

A despeito de como você descreve esse acontecimento, ainda assim é uma grande descoberta. “Se for confirmado, então essa será a mais importante descoberta desde a descoberta de que o a expansão do universo está se acelerando,” diz o astrônomo Avi Loeb de Harvard, que não estava envolvido na pesquisa. Loeb adicionou, “Vale um Nobel.”

Para quem quiser entender um pouco mais sobre a teoria do Big Bang, o vídeo abaixo (em inglês, mas com a possibilidade de ativar legendas nessa língua) explica de forma muito didática como tudo pode ter acontecido.

FONTE

Piada Nerd — 17/03/2014

Piada Nerd

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Já faz um bom tempo que eu postei a última gracinha aqui no blog, já estava até com saudades de escrever um pouco de besteira aqui.

O fato é que encontrei uma que valia a pena publicar no blog.

Vamos à ela:

Einstein, Pascal e Newton estavam brincando de esconde-esconde. Era a vez de Einstein contar até 10 para que os outros se escondessem.

Einstein virou-se para a parede a começou a contagem. Enquanto isso, Pascal saiu correndo para se esconder e Newton afastou-se apenas alguns passos de Einstein.

Newton desenhou em torno de si um quadrado de um metro de lado.

Quando Einstein terminou a contagem, virou-se para procurar os colegas e viu Newton parado pacientemente no centro do quadrado.

-Rá! Encontrei você, Newton! – exclamou Einstein.

-Não mesmo, caro colega! – disse Newton.

– Eu estou sobre uma área de 1,0 metro quadrado, portanto quem você encontrou foi o Pascal! – continuou Newton!

P.S.:Sei que corro o sério risco de perder muitos leitores do blog com essa excelente piada! Mas, como disse o filósofo Friedrich Nietzsche, a zoeira nunca termina!

Quem não entendeu a piada, leia a continuação do post.

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Aula Inaugural na UERGS – SLG: Reflexões sobre TIC como promotoras da interdisciplinaridade — 16/03/2014

Aula Inaugural na UERGS – SLG: Reflexões sobre TIC como promotoras da interdisciplinaridade

Na sexta-feira (dia 14/03/2014), estive na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul – Campus São Luiz Gonzaga participando de um momento muito especial junto aos meus amigos e colegas daquela instituição.

Participei como painelista na Aula Inaugural dos cursos de Pedagogia, Tecnologia em Agropecuária Integrada e Tecnologia em Agroindústria.

Como prometido aos participantes, eis a apresentação que eu exibi durante a minha fala.

Agradeço imensamente a todos que lá se fizeram presentes, em especial ao Prof Marcelo Migliorini e à Profa Arisa da Luz.

Um vídeo incrível sobre o efeito Leidenfrost —

Um vídeo incrível sobre o efeito Leidenfrost

Esse efeito é muito legal, tanto que já andei escrevendo sobre ele (veja esse post aqui).

Água em estado líquido jogada sobre uma superfície suficientemente aquecida não evapora instantaneamente.

A gotícula de água forma uma camada inferior de vapor que isola termicamente a parte superior da gotícula e atrasa a evaporação completa da mesma.

O efeito macroscópico desse efeito é observado pelo movimento rápido e aleatória da gotícula sobre a superfície quente.

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O vídeo que vou exibir agora mostra uma novidade sobre o efeito:

Água é despejada na forma de gotículas sobre uma superfície suficientemente aquecida, com diversos sulcos E verticalmente inclinada.

Ao contrário do que se esperaria, a água sobre o plano inclinado ao invés de descer.

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O vídeo está em inglês, mas é fácil entender o porquê desse fenômeno (ele possui legendas em inglês pra facilitar um pouco a compreensão).

A camada de vapor que se forma sob a gotícula impulsiona a mesma acima e à frente.

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Bom chega de lero-lero, eis o vídeo:

Saiba mais sobre o assunto AQUI.

O vídeo eu cncontrei AQUI.

Vídeo: Mecanismos de Evolução — 24/02/2014

Vídeo: Mecanismos de Evolução

O vídeo tem legendas em português, não esqueça de ativá-las.

FONTE

Especialização em Ensino de Ciências – Web 2.0 e Edição colaborativa de documentos — 14/02/2014

Especialização em Ensino de Ciências – Web 2.0 e Edição colaborativa de documentos

Alô, alô, alunos da especialização, chegando material novo na área. 🙂

Aula da especialização em ensino de ciências – UFFS — 10/02/2014

Aula da especialização em ensino de ciências – UFFS

Passando aqui para deixar um material de aula para os meus alunos da especialização, nada mais. 🙂

Molécula do dia – Isotiocianato de Alila — 06/02/2014

Molécula do dia – Isotiocianato de Alila

Superfície superidrofóbica vs líquido magnético em câmera lenta — 04/02/2014

Superfície superidrofóbica vs líquido magnético em câmera lenta

Pessoal, estou passando aqui para me desculpar pela escassez de postagens.

Só gostaria de dizer que estou tentando migrar o blog para uma plataforma mais amigável, pois a que estou usando atualmente me desestimula muito a postar coisas legais.

Para não deixa o blog às moscas por mais tempo, resolvi insistir no tema “câmera lenta”.

Fiquem com este belo vídeo e, em breve, voltaremos a postar mais coisas legais aqui.

Primeira postagem de 2014 – fluidos não-newtonianos em câmera lenta — 06/01/2014

Primeira postagem de 2014 – fluidos não-newtonianos em câmera lenta

Olá pessoal, tudo bem?

Para começar o ano de 2014, resolvi reproduzir a matéria sobre fluidos não-newtonianos que eu vi no Sploid.

Para começar, assista ao vídeo abaixo:

A coisa estranha aí no vídeo é uma mistura de água e amido de milho (a famosa maisena aqui no Brasil).

Se você tocar gentilmente na mistura, ela se comporta como líquido. Até se você conseguir colocar um pouquinho dela na palma da mão, vai ver que ela escorre como um líquido convencional.

Agora, tente apertar ou golpear fortemente a mistura. Ela vai se comportar como um sólido e vai oferecer resistência aos golpes aplicados.

Essa categoria de materiais atendem pelo nome de fluidos não-newtonianos. Alguns bons exemplos desses fluidos são: sangue, ketchup, iogurte, recheios de bolo (cremosos), lama e alguns materiais poliméricos fundidos.

Vou resumir um pouco o que caracteriza um fluido como não-newtoniano, mas você pode ler o material original aqui e aqui.

Imagine um maço de cartas de baralho. Agora imagine que você está espalhando o maço de cartas sobre a mesa fazendo uma deslizar sobre a outra.

Pois é, os líquidos newtonianos são compostos por várias “camadas” de moléculas que fazem o papel das cartas do baralho.

Obrigar as camadas a se mover por meio da aplicação de uma força sobre elas vai produzir escoamento do líquido.

Se você quiser fazer o líquido fluir duas vezes mais rápido, basta aplicar o dobro da força.

Com os fluidos não-newtonianos essa realidade não se aplica. Alguns deles vão exigir menos que o dobro da força, outros vão exigir mais que o dobro da força, e esse tanto de energia vai depender do material em questão.

O que impede ou facilita o movimento das camadas de líquido é a fricção entre as mesmas. Essa fricção dá origem ao que costumamos chamar de viscosidade (resistência ao movimento de fluxo das camadas).

Bom, o papo já ficou muito técnico e não quero chateá-los logo na primeira postagem de 2014.

Em breve, pretendo voltar à plataforma a que estou acostumado a blogar e, com isso, pretendo voltar à frequência original de posts.

Um grande novo ano para todos os amigos do Brasil, de Portugal e, pelo que tenho visto nas estatísticas, de Mozambique! 🙂