Esse vídeo procura facilitar ensino de Astronomia e Química, deixa de lado os personagens clássicos da física como Aristarco, Galileu Galilei e Isaac Newton para dar lugar a um jovem guitarrista que quer entender como surgiu o ferro que existe no seu sangue e também nas cordas da sua guitarra. Desenvolvido dentro das comemorações do Ano Internacional da Química, o trabalho é uma colaboração entre o IAG e a Universidade Federal do ABC. É Ilustrado por Marlon Tenório.
Caros leitores do blog (acho que são uns dois ou três), eu ando experimentando diversas possibilidades nas internerds e, por causa disso, a atividade aqui não anda das maiores.
O que não significa que eu tenha desistido de blogar, só que meus interesses se expandiram para além da química.
Agora, além de química, eu ando me interessando por ensino de ciências mediado pelas tecnologias da informação e comunicação.
Pensando nisso, eu criei um blog colaborativo para que meus alunos de TICs possam postar as atividades de aula (similar a ESTE e a este outro AQUI).
Vocês podem dar uma olhadinha do trabalho que está sendo desenvolvido por lá.
Só que este não é o assunto do post, eu quero falar de um site muito legal que eu descobri.
O site é o WeVideo e permite a qualquer pessoa, com apenas um mínimo de experiência criar um vídeo amador.
O vídeo pode ser exportado para a sua conta do youtube, pode ser divulgado no facebook, no twitter e no vimeo, caso você deseje.
Eu fiz um vídeo bem simples, a título de modelo para os meus alunos de TICs.
É um vídeo sobre uma espécie de ave chamada Jacutinga, ou seja, é para ensino de biologia.
No entanto, você pode fazer vídeo sobre o que desejar, o WeVideo permite exportar de forma gratuita até 15 minutos de vídeos por mês.
A única coisa que eles pedem em troca é deixar colocar a marca deles no vídeo.
Eu achei um “custo” bem baixo, visto que não é preciso instalar nada no seu computador.
A portabilidade é enorme, pois você pode começar a subir os arquivos (fotos ou vídeos) em sua casa, salvar o trabalho e continuar a editar o vídeo na sua escola ou faculdade.
Além disso, há o aspecto colaborativo, pois é possível convidar outros usuários para ajudar a editar o vídeo.
O tutorial de como criar esse vídeo beeeem simples virá em um post futuro (só para esclarecer, ele é mais um slideshow do que um vídeo, o que não impede você de montar um vídeo recortando e colando outros vídeos).
Acompanhando o tema da semana passada, hoje vou compartilhar com vocês essa fantástica matéria encontrada no site português “A Química da Coisas” (via Canal Fala Química do Facebook).
A matéria é sobre os computadores e a química. Já que esse é meu chão, misturar essas duas coisas aparentemente incompatíveis, aí vai o artigo original e o vídeo no final.
Aproveitem!
Pode parecer que um vulgar computador portátil e a química vivem em mundos diferentes, mas na verdade a própria existência dos portáteis apenas é possível graças a importantes desenvolvimentos da química.
Há química em muitos dos componentes de um computador, mas hoje vamos falar da química escondida em algo muito visível: os monitores planos LCD, aos quais os “portáteis” devem a sua forma plana e… portátil!
LCD é o acrónimo de Liquid Crystal Display, ou Monitor de Cristal Líquido.
Mas o que são cristais líquidos? O nome parece uma contradição! Normalmente consideramos o cristal um material sólido (como um diamante!) e não um líquido…
Nos materiais cristalinos, as partículas têm posições e orientações fixas, como os soldados numa parada, e por isso os classificamos como sólidos. Já os líquidos são como uma multidão desordenada, e as partículas mudam de posição e de orientação.
Mas há substâncias que apresentam simultaneamente a estrutura de um líquido e de um sólido, como os cristais líquidos.
Eu explico melhor: se atirarmos várias moedas para uma caixa de vidro e as observarmos olhando de cima, vemos uma distribuição de moedas desorganizada, como as moléculas num líquido. Mas, se olharmos de lado, vemos que as moedas se dispõem preferencialmente na horizontal, em camadas sucessivas, tão organizadas como as moléculas num cristal.
Esta dupla qualidade confere aos cristais líquidos propriedades óticas especiais. Escolhendo as moléculas adequadas, podemos construir um LCD: o alinhamento muito preciso das moléculas por aplicação de uma corrente elétrica permite a produção de imagens numa superfície plana pela passagem de luz através dos cristais líquidos e filtros coloridos.
Assim, os avanços da química (e da tecnologia) permitiram a construção dos indispensáveis monitores planos dos nossos computadores portáteis, ‘tablets’ e ‘palmtops’.
Em primeiro lugar, preciso apresentar a Khan Academy a quem ainda não a conhece.
Segundo o site da Fundação Lemann, responsável pela vinda do projeto ao Brasil:
A Khan Academy é uma organização não governamental que tem como objetivo contribuir para a melhoria da educação por meio de vídeo-aulas online disponibilizadas gratuitamente. Além dos vídeos, o site conta com um módulo de exercícios e um painel que permite ao usuário acompanhar seu desempenho. Todo conteúdo é aberto.
A Fundação Lemann, em parceria com o Instituto Natura e o Instituto Península, está trazendo a Khan Academy para o Brasil, traduzindo os vídeos de Aritmética, Biologia, Química e Física para o português e levando a ferramenta para escolas públicas.
A Fundação Lemann, em parceria com o Instituto Natura e o Instituto Península, está levando a ferramenta Khan Academy para as escolas públicas. Inicialmente, será um projeto piloto em 6 turmas de 5º ano (antiga 4ª série) de escolas municipais de São Paulo. O objetivo é contribuir para a melhoria do desempenho dos alunos em Aritmética e experimentar a metodologia em sala de aula, com a contribuição dos professores. No segundo semestre, a experiência deve ser levada a mais 15 escolas, totalizando 1000 alunos beneficiados.
No mês de Janeiro de 2012 saiu uma matéria na Veja falando sobre o trabalho do professor Salman Khan. Quem tiver interesse em ler, o artigo da Veja está aí abaixo:
Acesse, assine e comece agora mesmo a estudar online tópicos de aritmética, química, física e biologia.
E o que é melhor, com a didática impecável do “melhor professor do mundo”!
Ah, e segundo o Cardoso no seu post para o Meio Bit, saiu um app para iPad que dá acesso a todo o material da Khan Academy, com direito a planos de estudo pré-determinados ou aprendizagem de assuntos de forma aleatória.
Então, ja que estou curtindo umas merecidas férias, vou fazer um post copy+paste para não deixar o meu querido blog às moscas.
Ressucitei a seção molécula do dia com uma macromolécula que tem um valor especial para mim, o poli(butadieno).
Vou fazer uma mescla de dois artigos sobre esse elastômero que eu garimpei na rede.
Segue a cópia descarada dos artigos:
As bolinhas que ‘pulam longe’ fazem a diversão de crianças em todo o mundo; conheça um pouco mais sobre elas.
Chamadas em alguns países de superballs, estas estruturas esféricas são produzidas com um material chamado polibutadieno vulcanizado. Este composto foi sintetizado pela primeira vez em 1965, pelo pesquisador Norman Stingley. O que fez dessa bolinha um sucesso no mundo são suas propriedades excepcionais.
As moléculas de polibutadieno são longas cadeias de átomos de carbono, basicamente falando. Essas cadeias funcionam como verdadeiros elásticos, conseguindo recuperar sua forma original quando esticadas ou colocadas sob pressão mecânica. Quando o polibutadieno é aquecido em altas pressões com enxofre, ocorre um processo chamado vulcanização. Este tipo de acontecimento introduz átomos de enxofre entre as ligações de carbono, formando redes extremamente longas.
Neste momento, é como se o enxofre torna-se uma ponte, ligando uma “parede” de carbono a outra. Quando você joga uma dessas bolinhas no chão, sua forma original é distorcida. As pontes de enxofre limitam e dizem quanto uma bola conseguirá pular. Estudos mostraram que 92% da energia que você aplica ao arremessar uma bolinha no chão, continua armazenada na própria bolinha, mesmo após ter atingido o chão. Isso explica o motivo pelo qual pulam tão alto.
Após a descoberta deste material inacreditavelmente elástico, Norman Stingley começou a fabricar em tamanhos pequenos e esféricos, em uma empresa chamada Manufacturing Company Wham-O, incentivando as crianças ao redor do mundo a pegarem a bolinha e atirá-la com toda a força possível contra o chão para entenderem que não se tratava de mais uma bolinha qualquer.
No vídeo abaixo você tem uma noção de como essas bolinhas são divertidas, especialmente para as crianças. Que tal jogar milhares delas, todas de uma vez, do alto de uma escada?
A parte técnica sobre o poli(butadieno) está na sequência do post. Siga lendo.
Grande escritor cuja biografia pode ser conferida no link para a Wikipedia.
O que me faz ter interesse em Dickens não são exatamente as obras, mas o fato que ele aparece em um episódio de Star Trek:The Next Generation. Como homenagem aos 200 anos desse grande autor, vou postar o vídeo do episódio em questão na sequência.
UPDATE
E aqui, um breve resumo do 26º episódio da 5º temporada entitulado “Time’s Arrow”, onde Charles Dickens encontra o androide Data e começa a investigá-lo cientificamente.
No episódio, Dickens é retratado como um homem muito inteligente e que acaba descobrindo por conta própria os viajantes do futuro (Data e outros membros da Enterprise).
Pessoal, recentemente uma estudante do curso no qual eu trabalho fez um trabalho de conclusão cujo tema foi o software Symyx Draw.
Ela elaborou um manual em língua portuguesa e uma série de vídeo-tutoriais no formato de screencast.
O trabalho que ela fez está em fase de publicação, mas já adianto a quem tiver interesse que o material está disponível no site recém-criado http://symyxtutorial.posterous.com .
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