Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

Site do Instituto Ciência Hoje — 13/06/2012

Site do Instituto Ciência Hoje

Para marcar o aniversário de 30 anos do ICH, a ‘Ciência Hoje On-line’ lança uma nova área, que passa a reunir todas as informações sobre o Instituto: novidades, eventos, materiais históricos e informações sobre suas parcerias, prêmios e publicações.

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http://cienciahoje.uol.com.br/instituto-ch

Vale o clic!

 

 

Foto impressionante do trânsito de Vênus — 06/06/2012

Foto impressionante do trânsito de Vênus

Para quem não conseguiu ver ontem: esta imagem, divulgada pela NASA, mostra a passagem de Vênus pelo Sol. Impressionante, não? Esse evento só deve voltar a acontecer em 2117.

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Via Facebook da Superinteressante.

Manuel de Ferramentas Web 2.0 para professores —

Manuel de Ferramentas Web 2.0 para professores

Navegando pelas interwebs (usando a rede wifi do ônibus em ques estou viajando), eu encontrei essa pérola,

 

Um manual de Web 2.0 para professores da rede de ensino portuguesa.

 

Vale a pena dar uma conferida no material

anual de ferramentas da Web 2.0 para professores

 

Ah, em tempo, encontrei o material no blog TIC e o ensino de ciências e matemática.

 

Baixe o documento aqui!

 

P.S.:O trocadilho infame do título foi intencional…

O mistério do fogo — 05/06/2012

O mistério do fogo

Desafio faz cientistas explicarem de forma simples o que é uma chama. A melhor resposta foi escolhida por crianças de 11 anos.

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Você sabe o que é fogo? “Claro”, deve ter pensado. Afinal, quem não sabe, certo? Mesmo porque não saber pode levar a queimaduras. Mas a questão, na verdade, é se você conhece a explicação por trás do fenômeno: o que é o fogo, o que causa esse efeito etc. Os cientistas devem saber, mas será que eles conseguem explicar para uma criança de 11 anos?

 

Responder essa pergunta foi o objetivo do Desafio da Chama (Flame Challenge, em inglês), um concurso realizado pelo Centro de Divulgação da Ciência da Universidade Stony Brooke, nos Estados Unidos, e que teve seu resultado anunciado no último sábado (2/6) no Festival Mundial de Ciência, em Nova York.

O desafio foi idealizado pelo ator norte-americano Alan Alda, um entusiasta da ciência. Quando tinha 11 anos, Alda era fascinado por fogo e perguntou à sua professora o que era a chama. Ela disse: “Oxidação” – uma resposta, convenhamos, um tanto decepcionante e nada esclarecedora.

 

Por isso, no dia 2 de abril último, Alda repetiu a pergunta, dessa vez para os cientistas, dando início ao desafio e pedindo que eles mandassem suas respostas, as quais deviam ser simples o suficiente para serem entendidas por crianças de 11 anos. Detalhe: essas crianças seriam as juradas e escolheriam a melhor resposta.

 

Um mês depois, quando o prazo para envio terminou, o desafio havia recebido 802 respostas de 31 países, incluindo seis do Brasil. Elas variavam de sentenças de uma linha a desenhos animados com efeitos especiais. Depois de serem analisadas quanto à sua precisão científica, elas foram enviadas a mais de 130 escolas para serem julgadas pelas crianças.

O interessante é que, segundo Alda, os juízes mirins estavam mais interessados em conhecimento do que divertimento. As melhores repostas eram escolhidas com base no quanto as crianças aprendiam com elas e não por serem engraçadas, por exemplo.

A resposta vencedora foi a do físico norte-americano Ben Ames, que trabalha na Universidade de Innsbruck, na Áustria. Ele criou um vídeo de sete minutos e meio explicando como as partículas interagem em nível quântico para produzir a chama.

 

FONTE

Dica de site – Android4Schools — 30/05/2012

Dica de site – Android4Schools

http://www.android4schools.com

Aprenda a física de circuitos elétricos brincando com o Electric Box 2 —

Aprenda a física de circuitos elétricos brincando com o Electric Box 2

E não é mentira, este fantástico joguinho em flash permite ensinar conceitos básicos de eletricidade de uma forma bem descontraída.

O jogo pode ser acessado via http://www.candystand.com/play/electric-box-2

Ele conta conta com diversos elementos como dínamos, ventiladores, quedas d’água, lâmpadas, sensores e geradores de energia fotoelétricos, transmissores/receptores de energia wireless e muitos outros elementos.

Eles vão sendo apresentados aos poucos, pra não assustar o jogador.

O objetivo é conectar diversos segmentos de circuito elétrico, fisicamente distantes entre si, usando os elementos fornecidos em cada fase.

Só é possível avançar para a próxima etapa quando todos os elementos forem posicionados adequadamente e a corrente elétrica possa fluir por todo o sistema.

Ligando os diferentes elementos corretamente, um motorzinho é acionado e o jogador avança para a próxima fase.

É mais fácil explicar exibindo um video. No vídeo, eu joguei a fase 8. Deixei todos os elementos do puzzle já posicionados, bastando ligar a fonte de energia e aguardar todo o sistema se conectar.

 


 

10 recursos para melhorar o uso de smartphones em sala de aula —

10 recursos para melhorar o uso de smartphones em sala de aula

http://www.emergingedtech.com/2012/05/10-more-resources-for-getting-the-most-out-of-cell-phones-and-smart-phones-in-school/

Apps android para o professor antenado —

Apps android para o professor antenado

http://www.androidauthority.com/best-android-apps-teachers-tutors-teaching-88110/

Adolescente indiano resolve enigma deixado por Isaac Newton há 300 anos —

Adolescente indiano resolve enigma deixado por Isaac Newton há 300 anos

Isaac Newton

Isaac Newton ficou pra trás. Não, não estamos contestando a genialidade do cientista. É que um menino indiano de 16 anos  acaba de resolver um problema matemático que Newton deixou ao morrer, mais de 300 anos atrás. Shouryya Ray, que mora com a família na Alemanha desde os 12 anos, descobriu a solução de um enigma relacionado ao movimento de projéteis no ar que antes só havia sido calculado por computadores.

A façanha do jovem foi calcular com precisão o caminho de um projétil sob a ação da gravidade e sujeito à resistência do ar – problema elaborado no século 17 por Newton. Até hoje, matemáticos só foram capazes de solucioná-lo parcialmente. E não para por aí: o garoto resolveu um segundo problema. Este lidava com a colisão de um corpo em uma parede e foi proposto durante o século 19.

Leia também:
Jovem de 17 anos descobre tratamento que pode ajudar na cura do câncer

“Quando explicaram pra gente que não havia solução, eu pensei comigo mesmo: ‘bem, não há problema em tentar‘”, disse Shouryya. Ok, mas para quê? Shouryya mostrou que é capaz de calcular a trajetória do vôo de uma bola de tênis e prever como ela vai bater em uma parede. De acordo com os cientistas, a resolução do problema pode contribuir bastante para os estudos de balística, a parte da física que estuda o movimento dos projéteis, especialmente das armas de fogo.

A solução do problema não foi divulgada.

Via Dvce

Engenheiro cria portal com aulas de Harvard e Yale em português —

Engenheiro cria portal com aulas de Harvard e Yale em português

Editora Globo 

Há 10 anos, existe lá fora um movi­mento batizado de O­penCourseWare (cursos de código aberto), em que universidades de renome como MIT, Harvard e Stanford disponibilizam na internet suas principais aulas. Porém, claro, eram em inglês — língua fluente para apenas 2% dos brasileiros. 

Pois desde o final de fevereiro, está no ar o Veduca.com.br, portal com mais de 4.700 vídeos e 212 aulas internacionais legendadas em português. Os temas vão de medicina clássica e matemática a discussões sobre a crise econômica internacional e palestras de famosos como Steve Jobs. No primeiro mês, os vídeos foram vistos mais de 73 milhões de vezes. O próximo passo será filmar as aulas de universidades brasileiras. Confira a seguir um papo com Carlos Souza, o engenheiro dono da ideia. 

* Como surgiu o Veduca? 
Souza: Existe uma grande demanda por edu­cação online no país. O Brasil tem a quinta maior popula­ção de universitários do mundo, 6,1 milhões. Dos 80 milhões de internautas brasi­leiros, 66% já uti­lizam a web com fins educa­tivos. Então, resolvi largar minha carreira em uma multinacional e investir nisso. A ideia é simples: oferecer videoaulas das melhores univer­sidades do mundo em português e grátis. Já nos próximos meses, também vamos começar a filmar e colocar no site videoaulas de universi­dades brasi­leiras. As parcerias estão sendo fechadas. 

* A internet está repleta de cursos escolares, mas poucos universitários. O portal preen­che essa lacuna? 
Souza: Sim, a internet está cheia de cursos online escolares, mas não há garantia de qua­lidade. O Veduca será o primeiro site a oferecer videoaulas grátis das me­lhores universidades do Brasil e do mun­do. Nosso propósito é demo­cratizar a educação de alta qualidade. Os avanços tecnológicos, em especial a inter­net, estão revolucionando a educação. Em tese, qualquer pessoa conectada hoje pode assistir a cursos universitários de primeira linha. Porém, o Brasil ainda engatinha nisso por dois motivos: a maioria da população não fala inglês e as grandes universidades brasilei­ras ain­da não começaram a seguir o que MIT, Harvard, Stan­ford e companhia estão fazendo: filmando suas aulas para torná-las acessíveis a qualquer um. 

* Quem irá se beneficiar com as aulas? 
Souza: Pensamos em 3 grupos: universi­tários, profissionais formados e professores. Mas, além deles, qualquer pessoa com acesso à internet pode aprender algo novo com as aulas, de onde estiver, na hora que quiser e no seu ritmo. A importância da educação informal só deve aumentar. Não é difícil imaginar alu­nos de universidades tendo aulas teóricas em casa, na frente do computador, indo à faculdade apenas para debates. Isso trará um bom ganho de tempo. 

* O site pretende usar ferramentas colaborativas? 
Souza: Sim. Lançamos no site a “le­gendagem colaborativa”. Qualquer internauta com conheci­mento de inglês (e, de preferência, alguma bagagem no assunto tratado) poderá ajudar a demo­cratizar a educação traduzindo e legendando aulas de instituições estrangeiras.