Diário de um Químico Digital 3.0

Química, TICs e outras treconologias. :)

Tutorial do Tracker para experimentos de Física (MRU/MRUV) — 13/03/2013

Tutorial do Tracker para experimentos de Física (MRU/MRUV)

Já faz um tempinho que tenho esse tutorial pronto, tanto que a versão do Tracker disponível no site é mais atual que a que eu usei no meu documento.

Tá, isso não importa muito, a interface mudou quase nada da versão 4.72 para a 4.80.

Meu tutorial ainda tá valendo!

Quem tem interesse em usar câmeras digitais para incrementar as aulas de Física, aí está um bom ponto de partida.

Basta baixar dois programinhas (Xuggle e Tracker) e tomar o cuidado de instalar o Xuggle antes do Tracker e sair usando.

Se você ainda não tem a Máquina Virtual Java atualizada, faça-o antes de sair instalando esses dois programas. 😉

Boa diversão a quem se aventurar com o Tracker! 😉

Links para os softwares:

Xuggle Versão Windows 32-bit

Open Source Physics Tracker – Versão 4.80 para Windows

Biologia Molecular – um guia em vídeo para iniciantes — 11/03/2013

Biologia Molecular – um guia em vídeo para iniciantes

Ligue o Closed Caption e divirta-se com essa animação sobre o dogma central da bioquímica.

Como as proteínas são sintetizadas a partir do código genético.

P.S.: Publiquei um outro vídeo sobre esse assunto nesse post aqui!

A Química dos produtos naturais (parte 2) — 08/03/2013

A Química dos produtos naturais (parte 2)

Como eu prometi no post da quarta-feira passada, aqui vai a parte 2 do podcast.

Então, já sabem, é só clicar no botão “cc” e assistir ao vídeo com legendas (em inglês ou traduzidas automaticamente para o português).

A Química dos produtos naturais (parte 1) — 06/03/2013

A Química dos produtos naturais (parte 1)

Esse vídeo é o primeiro de uma série de podcasts do canal Chemical Abstracts Services no youtube.

Cliquem no botão “cc” para legendas automáticas do vídeo.

Sexta-feira vem a segunda parte do podcast.

Aguardem.

P.S.:Você pode encontrá-los também no facebook, basta procurar pela página SciFinder.1

Blog da Capacitação do PIBID/LETRAS/UFFS — 05/03/2013

Blog da Capacitação do PIBID/LETRAS/UFFS

Blog da Capacitação do PIBID/LETRAS/UFFS

Estou iniciando um trabalho com os bolsistas do PIBID/LETRAS/UFFS e, para tal, construí um blog no blogspot.

Todo o material gerado para a capacitação, que pretendo tornar de longa duração, ficará hospedado nesse endereço: http://capacitacaopibidletras.blogspot.com

Quem quiser passar por lá de vez em quando, prometo que vai sempre encontrar alguns materiais interessantes.

O legal é que, mesmo usando a técnica dos screencasts já há algum tempo, nunca tinha feito um envolvendo narração.

Essa foi a minha primeira vez no mundo dos screencasts narrados (ui) e posso dizer que gostei muito.

A tarefa de criar os vídeos fica muito, mas muito, mais fácil.

Boa diversão a quem se aventurar a visitar o blog.

A tarefa de criar os vídeos fica muito, mas muito, mais fácil.

Boa diversão a quem se aventurar a visitar o blog.

Molécula do dia – d-tubocurarina — 27/02/2013

Molécula do dia – d-tubocurarina

A d-tubocurarina é um alcaloide. Foi isolada em 1945 por J.D. Dutcher a partir da casca de uma planta trepadeira cujo nome científico é Chondrodendron tomentosum.
 A d-tubocurarina é o ingrediente ativo do curare, um veneno usado por índios para envenenar pontas de flechas que, ao atingir uma presa, deixam-nas completamente paralisadas.

Já foi utilizado como relaxante de músculos esqueletais em associação com anestésicos, mas atualmente ele foi substituído por drogas mais seguras.

Curiosidade:

 No livro de Ian Flemming “From Russia with Love”, a personagem Rosa Klebb envenena James Bond com tetrodoxina. Em outro livro “O satânico Dr No”, Bond é curado de um envenenamento pelo curare, veneno do qual a simpática molécula de hoje é o componente principal.

Mais aspectos químicos e biológicos, na sequência do post.
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Chondrodendron tomentosum é uma planta da família Menispermaceae, nativa do Brasil, Bolívia, Peru, Guiana, Equador, Panamá e Colômbia. Trata-se de uma trepadeira de crescimento rápido e podendo alcançar alturas de até 30 metros.

taxonomia da planta:

Domínio: Eukaryota

Reino: Plantae

Sub-reino: Viridaeplantae

Filo: Tracheophyta 

Sub-filo: Euphyllophytina

Infrafilo: Radiatopses 

Classe: Spermatopsida 

Sub-classe: Ranunculidae 

Superorder: Ranunculanae 

Ordem: Ranunculales 

Família: Menispermaceae 

Tribo: Pachygoneae 

Gênero: Chondrodendron 

Nome botânico: – Chondrodendron tomentosum 

aspectos químicos:

 Quando usada medicinalmente, apresenta-se sob a forma de cloridrato pentahidrato.

fórmula química:

C37H42Cl2N2O6.5H2O

fórmula estrutural plana:

 Nome sistemático (IUPAC): 6,6′-dimetoxi-2,2,2′,2′-tetrametiltubocuraran-2,2′-diium-7′,12′-diol

Massa molar: 624.765 g/mol

 E era isso, por hoje chega!
FONTES: 12 e 3
Novo endereço do blog — 25/02/2013

Novo endereço do blog

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Caros leitor@s do blog Diário de um Químico Digital, um bom dia.

Com o fechamento dos serviços do posterous, plataforma onde esse singelo e despretensioso blog está hospedado, fez-se necessário buscar uma nova plataforma de blogagem e de hospedagem para o site.

Pois bem, essa nova casa é no WordPress. Não sei se vamos permanecer lá, mas o fato é que ali consegui salvar todo o trabalho desenvolvido por mim desde dezembro de 2009.

A partir de agora, vocês poderão acessar o meu blog pelo endereço já bem conhecido de todos (http://diariodeumquimicodigital.com), endereço o qual não me arrependo de ter escolhido pelo fato de dizer muito sobre mim e sobre minha caminhada profissional.

No entanto, tenho ciência de que é um endereço muito comprido e difícil de digitar sem erros.

Por essa razão, escolhi um novo endereço para o blog. Embora o endereço antigo permaneça até que todos os visitantes e mecanismos de pesquisa se adaptem, o blog poderá ser acessado através do http://digichem.org.

Então, já sabem, basta apontar seus navegadores para http://digichem.org e continuar a me acompanhar nessa fantástica jornada pela Química Digital "y otras cositas más".

Obrigado pela audiência nesses 3 anos de blog! 
Experimento MacGyver do dia – vela de manteiga — 23/02/2013

Experimento MacGyver do dia – vela de manteiga

É isso aí, manteiga, aquela mesma de passar no pão.

Criatividade é algo, né?

Na falta de uma vela de sebo ou de parafina e usando apenas um tablete de manteiga, um palito de churrasco e um guardanapo de limpar a boca, dá para construir uma vela que pode durar até 4 horas.

Explicando o procedimento experimental:

  • Corte o tablete de manteiga;
  • com a ajuda do palito de churrasco, faça um furo até o fundo do tablete de manteiga;
  • corte um pedaço de guardanapo de papel e enrole-o como se fosse um pavio;
  • dobre em dois o “pavio” de papel formando um “V”;
  • o “V” formado deve ser desigual, pois ele será enfiado no buraco do tablete de manteiga e uma parte deve ficar para fora da manteiga;
  • enfie o pavio na manteiga com o auxílio do palito;
  • esfregue na manteiga a parte do pavio que ficou para fora;
  • acenda o pavio com um palito de fósforo ou isqueiro;
  • coloque a vela em um frasco de vidro para que a chama seja estável.

Boa diversão na próxima queda no fornecimento de energia elétrica! 

 

Lançado o edital da Especialização em Ensino de Ciências e Matemática da UFFS — 21/02/2013

Lançado o edital da Especialização em Ensino de Ciências e Matemática da UFFS

E este que vos fala vai ministrar a disciplina de “Ensino de Ciências mediado por Tecnologias Digitais”.

Quem for do Rio Grande do Sul e/ou imediações, pense em dar uma passadinha lá por Cerro Largo para se inscrever. 😉

Na verdade, quem for de qualquer parte do Brasil também está convidado! o/

Serão todos acolhidos de braços abertos.

Flyer Pos Ciencias Matematica 2013 by Márcio Marques Martins

Mais documentos na sequência do post!

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A reação de uma bola de níquel, extremamente quente, em um cubo de gelo — 20/02/2013

A reação de uma bola de níquel, extremamente quente, em um cubo de gelo

Os dois vídeos abaixo mostram uma esfera de níquel sendo aquecido ao rubro com o auxílio de um maçarico.

Após o aquecimento, a esfera é resfriada bruscamente em um bloco de gelo.

O primeiro vídeo fez tanto sucesso que em apenas 4 dias já teve mais de 3 milhões de visualizações no youtube.

No segundo vídeo, ele colocou a esfera de níquel em um recipiente com água para ver o que acontecia.

Vamos usar um pouco de físico-química para entender o fenômeno?

Consultando as fontes internéticas de dados, constatei que as capacidades caloríficas do gelo e do níquel são:

Capacidade calorífica molar do gelo (Cp): 38.09 J·mol−1·K−1[fonte]

Capacidade calorífica molar do níquel: 26.07 J·mol−1·K−1[fonte]

Não são fontes rigorosas, mas servem para o que eu quero falar.

Capacidade calorífica molar refere-se à quantide de energia (em Joule) que um mol da substância em questão deve absrover para que sua temperatura seja elevada em um Kelvin ( ΔT = 1K ou 1ºC).

Veja que a água necessita absorver 38,09 J enquanto que o níquel necessita apenas 26,07 J para ter a mesma variação de temperatura.

Em termos simples, digamos que o níquel fica quente muito mais rápido que a água (desculpem pela falta de rigor científico na minha explicação).

Maaaaas, entretanto, contudo e todavia, isso significa que o níquel também resfria mais rápido que a água.

Isso porque, para ele apresentar uma variação de temperatura negativa (ΔT = -1K ou -1ºC) ele precisa perder apenas 26,07 J para cada mol de níquel, em contraste com a água que necessita livrar-se de 38,09 J por mol de substância.

Como um mol de água (18,0 g) é muito mais leve que um mol de níquel (58,7 g), a esfera do vídeo deve conter uma quantidade bem menor de mols do que a quantidade de mols de água no bloco de gelo.

Resultado? A quantidade de energia térmica a ser liberada pela esfera de níquel é inferior à quantidade de energia térmica que o gelo poderia absorver.