Bora lá para mais um episódio de História da Química?

EPISÓDIO S01E10

Saiba mais na continuação do post

RESUMO:

O poema do Século I de Lucretius, De rerum natura, que explicava a versão de Epicuro das ideias atômicas de Demócrito, foi impressa pela primeira vez em 1473. Ele reintroduziu o conceito de vazio, ou vácuo, no qual flutuavam as mais diminutas partículas de substâncias, os átomos eram dotados de formas e tamanhos, e em contínuo movimento

1575 – Livro de Heron sobre pneumática. Comportamento dos gases. Vácuo era particular. Partículas não eram diferenciadas, estavam separadas por poros de tamanhos diferentes que permitiam expansão e contração dos gases.

As evidências de que uma mesma substância persistia após uma série de transformações químicas se acumulavam, a ideia de átomo estava surgindo novamente.

Daniel Sennert (1572-1637) partículas individuais (“minima”) se condensavam em uma destilação ou se difundiam em papel.

Joachim Junge, ou Jungius (1587-1637), explicou reações em termos atômicos. A reação de deslocamento de ferro por cobre em uma solução de CuSO4 era apenas uma reação, não uma transmutação.

Pierre Gassendi (1592-1655) e René Descartes (1596-1650) tentaram expicar a natureza em termos puramente mecânicos, commo os gregos o fizeram.

Gassendi era epicurista e acreditava que os átomos se moviam no vácuo de Torricelli. Mas o calor ou frio dos átomos devia-se a sua forma. As ligações entre átomos eram por ganchos entrelaçadores.

Descartes acreditava em um contínuo mecânico infinitamente divisível. Não havia vácuo para ele. As partículas se desgastavam e viravam partículas menores e com novas formas.

Para Descartes, haviam 3º, 2º e 1º elementos da matéria terrestre. As subst químicas eram o 3º elemento (suas formas importavam). Elas eram infinitamente divisíveis, mas por serem lentas não sofriam mudança.

Robert Boyle (1627-1691) tentou acabar com o misticismo na Química e usou e abusou dessa abordagem mecânica para explicá-la.

Boyle era o expoente do investigador amador (ao contrário da Europa que tinha nas mãos dos farmacêuticos a evolução da Química).

Como Boyle e outros eram ricos, eles podiam se dedicar de forma apaixonada à ciência.

[Novo Experimento: Físico-mecanicamente: Tocando a Mola do Ar e Seus Efeitos].nesse livro Boyle usou a bomba de Otto von Guericke para produzir vácuo e estudar a FQ do ar.

A Lei de Boyle pV = k, e o vácuo boyliano eram de muita importância entre os cientistas da época.

Em “O Sceptical Chymist” (O Químico Cético), publicado em 1661, Boyle faz um Químico Cético dialogas com defensores das teorias antigas. Ele apresenta argumentos convincentes para destruir as crendices antigas.

Na verdade, esse livro não apresenta nenhuma teoria que substituia as antidas, apenas as critica de forma muito objetiva.

Ele conhecia as ideias de Gassendi e de Descartes, usou-as em alguma extensão, mas desenvolveu suas próprias ideias sobre, publicadas no livro The origin of forms and Qualitites (1696).

O princípio unificante dos trabalhos de Boyle era essa ideia de matéria e movimento que tentava explicar mecanicamente todas as reações quimicas.

Nicolas Lémery (1645-1715),, escreveu o Cours de Chemie em 1675.
Livro prático, com discussões atomísticas que discursavam sobre as formas dos átomos.
ácidos tinham espinhos afiados nos seus átomos, o que causava sensação de formigamento na pela. álcalis eram porosos, nos quais os espinhos dos ácidos se fincavam e eram quebrados para produzir sais neutros.